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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, sábado, 29 de outubro de 2011

Blog vira alvo de tática da "patrulha virtual"

Autor: Edson   |   15:13   12 comentários

Patrulha Virtual

Depois de publicarmos um artigo em defesa da terapeuta Denise Dias - que escreveu um livro defendendo a legitimidade do uso de palmadas para educar os filhos, o que contraria um projeto de lei do Governo Federal -, os ativistas contrários a ela estão se articulando para fazer uma patrulha ideológica em sites, jornais e blogs que ousarem apoiar a Dra. Denise.

Assim que Denise Dias divulgou em seu Facebook nosso artigo, um membro da comunidade do Orkut "Pediatria Radical" solicitou aos seus pares para que entrassem em nosso blog e fizessem comentários contrários ao nosso ponto de vista.

Peço a nossos reais leitores para que não permitam que prevaleça a opinião dessa manobra de pressão política neste nosso espaço, manobra essa que bem lembra a recém criada "Patrulha Virtual" de militantes do PT. Acesse a matéria e faça seus comentários:

http://conservador.blog.br/2011/10/editora-e-terapeuta-que-publicaram-um.html

O que é "Patrulha Virtual"?

Vejam essa curiosa matéria que saiu na Folha de São Paulo (18/10/2011):

São Paulo, sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Editora e terapeuta que publicaram um livro contrário a "Lei da Palmada" sofrem ameaças

Autor: Edson   |   16:06   49 comentários

Dra. Denise Dias, Tapa na Bunda - Como Impor Limites e Estabelecer um Relacionamento Sadio com as Crianças em Tempos Politicamente Corretos Segundo duas matérias publicadas hoje na Folha de São Paulo, a terapeuta infantil Denise Dias (foto ao lado), autora do livro "Tapa na Bunda - Como Impor Limites e Estabelecer um Relacionamento Sadio com as Crianças em Tempos Politicamente Corretos", afirma estar recebendo ameaças simplesmente por defender que a palmada é um método de educação.

O livro da especialista entra em choque direto com o governo que pretende aprovar ainda neste ano o PL 7672/2010 para coibir o uso de “castigos corporais” que “resultam em dor” na educação das crianças. A relatora desse projeto de lei, Teresa Surita (PMDB/RR), afirma ad nauseam que isso não significará uma intervenção do Estado na família.

Segundo o texto desse projeto de lei, o alvo não são as "lesões corporais graves" - pois estas já são penalizadas pelo Código Civil -, mas sim coibir o simples uso de castigo corporal como “método de disciplina”.