Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Visão do Inferno (Foto Oficial)

Autor: Edson   |   15:52   9 comentários


São Paulo, sexta-feira, 12 de março de 2010

Excesso de democracia na Venezuela

Autor: Edson   |   16:41   1 comentário

Calma, o título não foi uma ironia - minha pelo menos -, afirmação é de Lula (Cfr: Folha Online, 29/9/2005).

Tão democrático é o ditador presidente venezuelano que, como prova de sua democraticidade, dirigiu um trator (não, eu não esqueci de colocar um risco em cima dessa palavra porque foi num trator mesmo!) desde sua residência oficial, o Palácio de Miraflores, até a praça "El Calvário" para comemorar, com seus camponeses democratas, os 151 anos do início da Guerra Federal (1859-1863).

Vejam as fotos abaixo.

Chegada alegre do presidente:

Agora, vejamos as fotos do povo alegre soltando balões coloridos com a chegada de Chávez, o democrata em excesso:

Pausa para uma breve explicação


Antes de continuarmos a ver as outras imagens desse feliz encontro de um presidente com seu povo, faço uma breve explanação sobre a foto acima.

O personagem na bandeira é Ezequiel Zamora, principal figura da Guerra Federal. Por ocasião do 192º aniversário de nascimento desse revolucionário democrata, foi realizado, mês passado, na Venezuela, o Fórum Internacional "Hombres a Caballo".

Elías Jaua , vice-presidente venezuelano, enfatizou bastante o caráter democrático de Zamorra:
"Un hombre que fue criminalizado, que fue satanizado y que por el contrario fue el líder de una gran revolución popular, campesina”. (Fonte: Ministerio del Poder Popular para la Agricultura y Tierras, 4/2/2010).
Esse econtro teve como finalidade homenagear outros líderes democráticos como o nosso Luiz Carlos Prestes, amante da democracia soviética.

Agora, direto de El Calvario, voltamos para as fotos do povo que vive sob a excessividade democrática.

Abaixo, bandeiras de duas nações democráticas:


Olhem para esta foto e vejam a alegria de um ancião no auge da liberdade democrática, ele segura em suas mãos o símbolo do diálogo com a oposição:

Felizmente não houve problemas durante o clamor popular, tal foi a calma que esse cidadão sentiu sono depois das enérgicas saudações:

Reparem novamente no clima de alegria e festividade, no colorido dos balões e nas faixas em honra ao presidente democrata:

Nada mais belo que um país sob o domínio da democracia em excesso.

Moral da história: democracia, democracia, quantos crimes cometidos em teu nome!

OBS: As fotos acima não são do exército venezuelano, trata-se de uma milícia armada de "camponeses".

Para ver outras fotos, acesse:
http://www.noticias24.com/actualidad/noticia/144419/en-imagenes-las-milicias-campesinas-con-fusiles-al-hombro-en-el-calvario/

São Paulo, quinta-feira, 11 de março de 2010

Critico de Cháves é assassinado em Caracas - O que há por detrás?

Autor: Edson   |   17:35   1 comentário

Conforme noticia El Pais, o diretor de "Diário 2001", Israel Márquez, 68, foi assassinado com seis tiros durante uma tentativa de assalto na noite do dia 1 de março.

O proprietário do periódico acusa diretamente o governo de Chávez como responsável pela morte:
"El dolor que afecta a los familiares de Márquez y al mundo de la comunicación ante esta violenta desaparición no puede silenciar nuestra condena a los responsables principales de la violencia y la impunidad que azotan al pueblo venezolano representados en el régimen del presidente Chávez", ha lamentado Natera.
Márquez era também colunista do jornal e denunciava o aumento rápido da violência e da impunidade na Venezuela. Em seu último artigo ele escreveu:
"No hay en el país voluntad política para proteger a los ciudadanos."
Nos últimos dez anos, segundo informa o site Liberdad Digital, 90 por cento dos homicídios não tem autoria conhecida. Mais concretamente, são 150.000 homicídios. Muitos deles nem chegam a serem investigados e apenas 5 por cento são resolvidos.

Mas não para por aí.

O mesmo site acima citado publicou, no dia 4 deste mês, um artigo intitulado "¿Qué hay detrás del asesinato de Israel Márquez?", no qual informa:
En el programa que dirige y presenta Luis Herrero en esRadio, el presidente de Radio Caracas Televisión, Marcel Granier, que lleva años resistiendo las embestidas del régimen, su cadena fue cerrada en 2007, ha arrojado luz sobre este turbio crimen. Granier explicó que Israel Márquez, periodista con más de 30 años de trayectoria, "había sido muy duro con un tema que vinculaba a altísimos funcionarios del Estado en un tema de tráfico de drogas". Por eso no se cree "el cuento oficial" y apuntó que "puede haber sido una víctima de una lucha de bandas vinculadas al régimen por el tráfico de drogas". (Os negritos são meus)
Para Granier isso tem um responsável: Hugo Chávez. E as razões são:
"Su discurso violento, la impunidad que el mismo fomenta y estimula, la deslegitimación de las instituciones, la politización de las fuerzas armadas y de las fuerzas de seguridad". (Negrito meu)

Ademais, assegura Granier que:
"miles de esos homicidios son cometidos por fuerzas parapoliciales y paramilitares que actúan en la más absoluta impunidad". (Negrito meu)
Marcel Granier ainda informa que recentemente foram 18 articulistas anti-Chávez assassinados e centenas de outros agredidos fisicamente.

São Paulo, terça-feira, 29 de setembro de 2009

Não aguento mais!

Autor: Edson   |   23:46   Seja o primeiro a comentar


Na última reunião da ONU, havia o limite de 15 minutos para cada chefe de Estado discursar. Mas o "Cháves" da Líbia, no melhor estilo de Fidel Castro, Muammar Kadafi (foto ao lado), demorou nada menos que 1 hora e 35 minutos para falar suas abobrinhas.

Depois de 75 minutos, o intérprete encarregado da tradução simultânea exclamou aquilo que estava na garganta de muitos: "Não aguento mais!".

São Paulo, sábado, 13 de setembro de 2008

Lula-Morales-Chávez no lugar de Marx-Engels-Lenine

Autor: Edson   |   22:15   9 comentários

Agência Boa Imprensa - Na Bolívia, o encontro entre os presidentes Lula, Evo Morales e Hugo Chávez em Riveralta, na opinião do jornal “Zero Hora” de Porto Alegre, evocou o “culto à personalidade” típico do império soviético.

Tropas desfilaram com bandeiras estampando fotos dos três presidentes. As imagens dos três enchiam um enorme cartaz (foto ao lado), semelhante às enormes pinturas de Marx, Engels e Lenine — sinistros artífices do comunismo — como as que presidiam os desfiles do exército soviético na Praça Vermelha de Moscou (foto abaixo).

Trocando-se Lula, Morales e Chávez por Marx, Engels e Lenine — e substituindo-se o calor amazônico pelo outono russo —, a solenidade de Riveralta e o Dia do Trabalho moscovita guardam semelhanças”, concluiu “Zero Hora”.

(Fonte: Agência Boa Imprensa)

São Paulo, segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Pirulito a Cháves

Autor: Edson   |   11:51   Seja o primeiro a comentar

Recentemente Hugo Chávez foi fazer uma visita ao rei da Espanha para procurar lavar o rosto daquela situação vergonhosa que passou quando D. Juan Carlos, a la espanhol, mandou-o calar a boca.

Em Madrid, o rei o recebeu de braços abertos e, por gracejo, em certo momento, deu de presente a Chávez uma camiseta com a frase “por que no te callas?” e Chávez não achou nada melhor para fazer do que mostrar a camiseta com um sorriso nos lábios(foto ao lado).

Parece com a cena em que um pai briga com o filho moleque e este, então, começa a chorar. O pai, para acalmar o filho, dá-lhe um pirulito e este fica contente e sai mostrando para os amigos o doce que ganhou do pai.

São Paulo, quinta-feira, 24 de julho de 2008

Hugo Chávez, a chave que poderá abrir as portas da América do Sul à Rússia

Autor: Edson   |   10:30   Seja o primeiro a comentar

O gorverno venezuelano de Hugo Chávez, que já gastou US$ 4 bilhões em compras de armamentos da Rússia, agora propós a criação de uma base militar deste país em seu território.

(Foto ao lado: Presidente russo, Dmitri Medvedev, recebe Chávez em Moscou; AP)

PS: Só não entendo o porquê que Chávez e Lula ainda se questionam sobre o motivo da reativação, pelo Pentágono, da Quarta Frota da Marinha americana encarregada de patrulhar as águas da América do Sul e do Caribe.

São Paulo, quinta-feira, 15 de maio de 2008

Evo Morales, o dedo-duro

Autor: Edson   |   19:44   Seja o primeiro a comentar

(Foto ao lado: Chaves, Lula e Morales)

Há uma espécie de esconde-esconde das metas radicais de Lula para o Brasil. Aliás, muito mal escondidas, onde só não acha quem não procura... ou se faz de cego.

Nesse joguinho em que alguns fingem não ver, o Governo Lula é apresentado, não raras vezes, como moderado ou mesmo como alternativa contra a chavinização da América do Sul.

Mas Evo Morales estragou a brincadeira.

Durante uma entrevista coletiva no Palácio Quemado de La Paz, assim disse o presidente da Bolívia:

"O que Chávez faz publicamente, Lula também faz, mas em silêncio. Não há nenhuma diferença entre Lula e o companheiro Chávez".

(foto ao lado: Lula com o boné do movimento marxista-terrorista MST)

Evo Morales dedurou o esconderijo. Quem vendava os olhos para essa realidade, agora terá também de tapar os ouvidos.

São Paulo, sábado, 18 de novembro de 2006

Lula: "moderado-útil" a serviço de Chávez?

Autor: Edson   |   12:28   Seja o primeiro a comentar

Resumo: Se Lenin vivesse em nossos dias, mais que falar do "tonto-útil", talvez preferisse falar do "moderado-útil", hoje encarnado na América Latina no presidente Lula, discutivelmente moderado, mas indiscutivelmente útil, ao serviço de Chávez, o sucessor de Fidel Castro

1. Há poucos dias das eleições presidenciais venezuelanas, que se realizarão no próximo 3 de dezembro, o ostensivo respaldo do "moderado" presidente brasileiro Lula ao radicalizado presidente e candidato venezuelano Hugo Chávez, tomou de surpresa àqueles que viam no primeiro um aliado confiável e um contrapeso ao extremismo do segundo.

"O mesmo povo que elegeu a mim, que elegeu a Daniel Ortega, que elegeu a Evo Morales, te elegerá presidente da Venezuela", disse Lula, acrescentando que Chávez era uma "boa pessoa" e que ele o percebia pela sinceridade de "seu coração e de seu olhar" (*).

Chávez retribui qualificando a Lula de "irmão" e "amigo", prometendo que sua primeira viajem internacional, depois das eleições em seu país, será o Brasil.

2. Um dos diretores do Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, doutor Vicente Díaz, qualificou as palavras de Lula como "uma intervenção grosseira nos assuntos internos da Venezuela", e importantes figuras da vida política venezuelana também censuraram ao mandatário brasileiro, com palavras severas, mas inteiramente justificadas e proporcionadas.

3. Há quem diga que Lula foi a Caracas pagar tributo a Chávez – que é, na prática, o sucessor do ditador Castro – para agradecer lhe porque conseguiu manter a boca fechada durante o processo eleitoral brasileiro e, com esse silêncio, colaborou para que não se dissolvesse a anestesia a-ideológica que imperou nas eleições de dito país. Uma palavra de Chávez sobre o processo eleitoral brasileiro poderia ter prejudicado a Lula tanto como aconteceu no México, Peru e Equador, onde interviu em favor de seus aliados López Obrador, Humala e Correa, prejudicando-os em lugar de ajuda-los.

4. Não obstante, o que fica claro neste e em outros episódios similares, é o papel anestesiante e paralisante das sãs reações que exercem aqueles líderes que se apresentam como "moderados" mas que, nas horas decisivas, terminam pavimentando o caminho e apoiando aos líderes mais radicais. Os dirigentes "moderados", com sua política de contemporização para com os extremistas da esquerda, promovem um deslizamento suave, sem sobressaltos, de setores centristas da opinião pública rumo às novas formas de socialismo e de neopopulismo.

5. Se atribui a Lenín a expressão "tonto-útil" para qualificar àquelas pessoas que são semi-revolucionários, ou revolucionários de marcha lenta, mas que com seu ar sorridente, bonachão, dialogante e complacente, ajudam a pavimentar o caminho dos revolucionários de marcha rápida.

Se Lenin vivesse em nossos dias, mais que falar do "tonto-útil", talvez preferisse falar do "moderado-útil", hoje encarnado prototipicamente, em nível latino-americano, no presidente Lula, discutivelmente moderado, mas indiscutivelmente útil, ao serviço do novo César latino-americano.

Nota: Em dezembro de 2001, em Havana, durante a 10o. reunião do Foro de São Paulo, Lula havia feito similares elogios ao ditador Castro, diante dos chefes anarco-guerrilheiros colombianos das FARC e do ELN e de centenas de dirigentes comunistas do continente: "Apesar de que seu rosto já está marcado por rugas, Fidel, sua alma continua limpa porque você nunca traiu os interesses de seu povo. Graças, Fidel". Na prática, o "neo-moderado" Lula tem sido um dos maiores sustentáculos diplomáticos e financeiros da ditadura cubana, assim como hoje apóia ao regime chavista.


Publicado por Destaque Internacional - Informes de Conjuntura - Ano IX - No. 200 - São José da Costa Rica - 18 de novembro de 2006 - Responsável: Javier González.- Tradução: Edson Carlos de Oliveira

São Paulo, domingo, 29 de outubro de 2006

Luta pelo centro exige recuo da esquerda

Autor: Edson   |   17:43   1 comentário

Rafael Corrêa, candidato à presidência do Equador, esquerdista e muito ligado a Chávez no primeiro turno das eleições, numa entrevista à emissora de TV Teleamazonas declarou que romperá com Chávez se este se intrometer em assuntos internos do país.

Chávez apoiou formalmente os candidatos a presidente Ollanta Humala (Peru) e Andrés Manuel López Obrador (México) causando a derrota eleitoral de ambos. Rafael Corrêa, tido como favorito das eleições equatorianas, teve também seu apoio. Resultado: perdeu no primeiro turno (detalhe: dias antes as pesquisas davam a ele uma vantagem de 20% sobre o segundo colocado).

Agora, no segundo turno, Rafael Corrêa corre para buscar o eleitorado centrista chocado com o apoio de Chávez. O interessante do fato é que para ficar bem diante do público centrista – a maioria – o candidato teve que se afastar do rótulo “comunista” e se declarar “católico praticante”, além de falar que gosta muito dos EUA.

A impopularidade do comunismo perante a opinião pública, não somente a equatoriana, mas a mundial, é tão palpável que se aproximar desta ideologia é não querer vencer eleições; considerar-se comunista – ou pró-Chavez – é o mesmo que praticar suicídio eleitoral. Lula mesmo quando perguntado se era marxista respondeu: “sou torneiro mecânico” e mais recentemente disse ainda – acredite quem quiser – que nunca foi esquerdista.