Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
Mostrando postagens com marcador Indigenismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indigenismo. Mostrar todas as postagens
São Paulo, sexta-feira, 10 de maio de 2013

URGENTE: Relatório da Embrapa desmente laudos da Funai

Autor: Edson   |   10:38   1 comentário

Produtor rural Raul das Neves, dono de uma fazenda no Mato Grosso do Sul, mostra o documento de sua terra. Demarcação pela Funai anula o título. A foto é de Marcello Casal Jr., da Agência Brasil.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) produziu relatório entregue à Casa Civil no qual demonstra que a maioria das ocupações de índios no Mato Grosso do Sul é recente. A Funai vem exigindo a criação várias terras indígenas na região baseados em laudos que atestam a ocupação antiga do território.

O problema tomou proporções graves quando a presidente Dilma Rousseff, em visita ao Show Rural realizado em Cascavel, no Paraná, emfevereiro passado, recebeu as primeiras reclamações de produtores rurais denunciado os processos fraudulentos da Funai. Os presidentes das Federações da Agricultura dos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul, além da Presidente da CNA, Senadora Katia Abreu, entregaram à Presidente um relatório com as denuncias. Dilma mandou Gleisi investigar o assunto.

Gleisi botou a Embrapa no circuito e pediu um mapeamento da ocupação e das características das terras de maneira a verificar a justeza dos estudos desenvolvidos pela Funai. Na semana passada, a Embrapa finalizou o primeiro levantamento.

Em seu célebre livro Tribalismo indígena — Ideal comuno-missionário para o Brasil no século XXI, escrito há mais de 30 anos, Plinio Corrêa de Oliveira denunciou uma corrente de missionários contrária à catequização dos índios e à sua integração na sociedade. Um sistema tribal pagão é o ideal desses neomissionários orientados pela Teologia da Libertação. As previsões do autor se confirmaram por completo.

Clique aqui para pedir o seu agora mesmo.
O documento é bombástico. valendo-se de várias fontes e técnicas, incluindo imagens de satélite, a Embrapa concluiu que a presença de índios nos locais que a Funai tenta demarcar como Terra Indígena é recente ou até inexistente. A presença mais antiga data de 1990, uma área chamada de Tekoha Porã, reúne índios vindos de Naviraí (MS) e constitui uma aldeia inserida na malha urbana de Guaíra. A maioria sobrevive com Bolsa Família e cesta básica.

Nas demais áreas, os índios estão presentes a partir de 2007; em cinco delas só foi registrada a presença de índios a partir do ano passado, 2012, muitos deles vindos do Paraguai. Em quatro das 15 áreas avaliadas sequer há índios, constatou aEmbrapa.

Gleisi já encaminhou o relatório ao ministro da Justiça recomendando que os estudos da Funai no Oeste do Paraná sejam suspensos. O estudo da Embrapa explica e reforça os rumores de queda da cúpula da Funai.

A Federação da Agricultura do Paraná, que mobiliza agricultores para irem a Brasília, debita a criação da tensão ao envolvimento de setores de universidades estaduais e federais, em especial Unioeste, UEM e Unila, além do Cimi, Ministério Público e ONGs menos conhecidas.

Gleisi vai para a audiência com uma opinião formada: “Não resolveremos uma injustiça cometendo outras.” Ela defende soluções alternativas para o problema dos índios – que precisam de assentamentos, saúde, educação e programas de acesso à renda – e não com a expulsão dos produtores rurais.

Fonte: Paz no Campo

São Paulo, segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Vídeo: Brasil que produz pede socorro

Autor: Edson   |   21:20   1 comentário

Há cinco anos índios paraguaios, trazidos pela FUNAI, invadem fazendas no Oeste do Paraná e agora exigem demarcação.



Produtores rurais do Oeste do Paraná sofrem com a invasão de índios estrangeiros e protestam contra a demarcação de terras indígenas prevista pela FUNAI em uma região produtiva de 100 mil hectares que vai da cidade de Guaíra até Foz do Iguaçu. Confira no vídeo a reportagem.

São Paulo, quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Olha o que a Dilma fez com quem votou nela... "Minha Casa, Minha Vida"?

Autor: Edson   |   17:42   3 comentários



A população de Estrela do Araguaia (7.000 pessoas), em Mato Grosso, já não tem mais para onde ir, estão agora sem casa e com suas vidas destruídas.

Os moradores foram expulsos de seus lares pelo governo Dilma depois que o território foi demarcado como área indígena (para índios que chegaram lá em 2006).

 Os vídeos abaixo dizem tudo.





Outros vídeos




O vídeo abaixo chama os legítimos proprietários de "posseiros". Mas vejam nele a verdadeira preocupação que o governo Dilma tem com a educação de nossos jovens:


 Neste vídeo, gravado antes da decisão de retirar os moradores, o advogado de defesa chama a Funai de quadrilha por falsificar documentos:





Durante a reportagem abaixo, veja a situação dos invasores do MST, vivendo na região de modo precário e similar a trabalho escravo:



São Paulo, segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sob pressão do governo e do CIMI, projeto de lei de combate ao infanticídio indígena é alterado

Autor: Edson   |   23:22   2 comentários


Participe de nossa enquete no final do artigo.

“A defesa de um ser humano conta mais, sem dúvida, que a defesa de tradições a vitimá-lo”, afirmou editorial da Folha de São Paulo (1) versando sobre a prática de infanticídio, existente ainda em diversas tribos no Brasil, que é defendida por antropólogos sob a alegação de respeitar as “tradições” indígenas.

O tema está sendo discutido na Câmara dos Deputados desde 2007, ano em que o parlamentar Henrique Afonso (PV / AC) apresentou um projeto legislativo, chamado de “lei Muwaji” (PLC 1.057/07), visando punir funcionários da saúde e da Funai por crime de “omissão de socorro” diante dos homicídios de recém-nascidos — deficientes, filhos de mães solteiras ou mesmo por serem gêmeos — cometidos em certas aldeias da Amazônia.

São Paulo, segunda-feira, 4 de abril de 2011

Com porvir incerto, índia macuxi recorre a "Exterminador do Futuro"

Autor: Edson   |   13:07   Seja o primeiro a comentar

Brasil. Ano 2011. A desolação tomou conta. As máquinas estatais dominam todo território indígena na Amazônia. Os pobres silvícolas são subjugados por uma ideologia binária, feita em laboratórios universitários. A esperança começa a definhar. A índia Avelina Pereira está com noventa anos e as coisas parecem que não vão para frente. A reação nacional está cada vez mais difícil.

São Paulo, quinta-feira, 17 de março de 2011

Padre Djacy, seus sapos e o faraó do Egito

Autor: Edson   |   10:26   2 comentários

Ivan Rafael de Oliveira

Segundo o Portal Terra (14/3/2011), na Paraíba, padre promove aberrante campanha pela adoção de sapos, durante a missa e pela internet.

Durante a habitual missa na Paróquia de Santa Cruz, município de Sertão na Paraíba, o Padre Djacy Brasileiro fez o lançamento de uma campanha pela adoção de sapos, a qual inclui, sobretudo, o adquirir amor por tais anfíbios.

O pároco inspira-se no apelo ecológico da Campanha da Fraternidade de 2011, que tem como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, recém-lançado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

São Paulo, terça-feira, 17 de agosto de 2010

O "novo amanhecer" na Colômbia - Revolução Tribalista manifesta suas intenções

Autor: Edson   |   17:19   11 comentários

 (Foto: O novo presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, um dia antes de sua posse no cargo, recebe, em cerimônia indígena, uma investidura “espiritual”)

Começo observando que nem todo amanhecer é ensolarado, florido e com pássaros cantando. Muitas vezes o dia se inicia com um céu cinzento e com nuvens escuras no horizonte que nos dá a incerteza do que há de vir. Sair de casa tomando a prudência de levar um guarda-chuva não é má ideia.

E é com um guarda-chuva que acompanho os fatos decorrentes da vitória eleitoral do novo presidente da Colômbia.

Vamos a eles.

Em 7 de agosto, um dia antes da posse de Juan Manuel Santos, sob o título Un milagro político, a revista Semana que pertence ao jornal El Tiempo, trata da mudança de governo em seu país.

O artigo resume em duas linhas uma dessas nuvens escuras que preocupam a qualquer um: a mudança de atitude da mídia. Durante a corrida eleitoral, as pesquisas de opinião e os jornais indicavam que Santos perderia logo no primeiro turno para o seu principal oponente Antanas Mockus que tinha todo o ambiente midiático a seu favor.

Manuel Santos era mostrado ao público como um "hombre sin escrúpulos" e "obsesionado con el poder a cualquier costo". Mas bastou Santos vencer as eleições que tudo mudou.

Transcreverei trechos da notícia intercalando comentários deste blog.
“Si un extranjero que hubiera venido a Colombia antes de la primera vuelta [primeiro turno] y hubiera leído la prensa regresara ahora y leyera esos mismos medios, no podría creer que se estuviera hablando de la misma persona. (...)

“Hoy, viendo la televisión y leyendo esa misma prensa, Santos parecería ser el hombre que no comete un solo error.”
Ou seja, a mídia recebeu uma espécie de ordem para dar a impressão contrária. A tal ponto que deixa no ar a ideia de que Santos não comete um só erro.

O problema é que se olharmos atentamente no horizonte, veremos que não é somente essa nuvem que nos causa apreensões. Infelizmente há outras muito mais carregadas.
“En cuanto a la polarización que vivía el país tanto a nivel nacional como internacional, esta parece haber desparecido de la noche a la mañana el 7 de agosto. (O negrito é meu)
As esperanças de dias ensolarados que o governo de Uribe prometia e cumpriu em grande parte na luta contra a guerrilha parece ter deixado de existir na véspera da mudança governamental.

Por quê?
“La seguridad democrática (...) dejó de ser prioritária para dar paso a la solución de los problemas sociales y económicos, cuyo rezago fue el costo de las victorias militares de la era Uribe."
Traduzindo, o combate as FARCs e ao narcotráfico não é mais prioridade. O que explica a atual aproximação de Santos com Hugo Chávez.
“Desde el mismo día de su elección, Santos empezó a soltar, gota a gota, señales de cambio."
A frase acima se encaixa perfeitamente no texto deste blog. Santos evitou falar das nunves escuras que traria consigo, deixou os eleitores pensarem que ele seria uma espécie de continuidade de Uribe. Mas, "gota a gota", foi soltando seus propósitos. Se a maioria das pessoas acham que garoa não molha, quanto mais uma gota.
“Su discurso de posesión mostró un talante de liberalismo tradicional muy distante del de centro-derecha que caracterizó al gobierno de Uribe y con el cual se identificaba al nuevo Presidente.”
Detalhe importante: Identificava - verbo conjugado tempo passado e não no presente.
"Colombia se prepara, por lo tanto, para lo que Juan Manuel Santos denominó en su discurso "un nuevo amanecer".
Realmente, trata-se de um novo amanhecer. Só não estou conseguindo encontrar o sol nesse panorama cinzento.

Vamos, agora, ver como começou esse "novo amanhecer" de Manuel Santos.

Na Cristandade os reis eram coroados por um bispo, indicando que seu poder vinha de Deus. E é mais ou menos nessas cenas de coroação que nossa imaginação se volta quando alguém nos fala da posse de algum chefe de estado onde este seja ligado oficialmente a religião. A Inglaterra, por exemplo.

Como vivemos em épocas conturbadas em que tentam nos passar a idéia panteísta de que a natureza é uma espécie de deus, Santos nada melhor achou para começar seu "novo amanhecer" do que pedir o consentimento de índios do norte da Colômbia para receber uma investidura “espiritual” um dia antes de sua posse como presidente.

O pedido de Manuel Santos foi aceito com restrições (vide notícia logo abaixo). Na cerimônia indígena, ele recebeu um bastão de mando como símbolo de sua autoridade e quatro pedras que significam seu compromisso com a natureza. (Cfr: AFP, 7/8/2010)

A conseqüência disso é que transparece que seu poder de mando como presidente da Colômbia não abarcaria aos índios caso eles não aceitassem.

Acha essa afirmação um exagero meu? Então leia alguns trechos do que escreveu um líder indígena na revista Semana um dia depois da posse – não “espiritual, mas oficial – de Santos (os negritos são meus):
09 de agosto de 2010
¿Le cumplirá Santos a los pueblos Indígenas de Colombia?
Rodolfo Adán Vega Luquez

“Lo acogimos en nuestra casa, en el corazón del mundo. Le brindamos la sabiduría de nuestros líderes espirituales, en sitio sagrado. Le entregamos nuestros símbolos, revistiéndolo de investidura para el buen gobierno.

“La propuesta de 'Prosperidad económica' de Santos, si no tiene el consentimiento previo, libre e informado de las autoridades Indígenas y los mismos líderes espirituales que lo posesionaron ayer en la sierra, será tan nefasta y depredadora como el legado que deja su antecesor.

El acto de posesión fue consultado, a lo que nuestros mamos luego de una reflexión y consulta interna accedieron al consentimiento. Ojalá, así como este acto simbólico de posesión fue consulto, esperamos que todas las leyes y megaproyectos que atenten contra nuestros territorios y el medio ambiente, no se lleven a cabo sin el consentimiento de nuestras autoridades.

Ya que ni Marx, ni Lenin, ni Rosa Luxemburgo o Antonio Gramsci, tuvieron en cuenta que existían indígenas para su llamada revolución. De esta manera, tanto la izquierda como la derecha y su lucha por el poder y la acumulación, difieren del pensamiento indígena del buen vivir, de la cosmovisión sobre la tierra y la lucha histórica por los procesos autonómicos"
Por aí se percebe o tom da situação que, no mínimo, Manuel Santos favoreceu. A luta pela fragmentação do território colombiano que as Farc´s não conseguiram levar a cabo, agora é a vez dos índios revolucionários tentarem.

Isso tudo bem lembra a terceira parte do livro Revolução e Contra-Revolução, onde o professor Plinio Corrêa de Oliveira descreve a 4º Revolução Tribalista. Vale a pena dar uma lida, clique aqui.

Rezemos a Nossa Senhora de Chiquinquirá, padroeira da Colômbia, para que proteja essa nossa nação irmã e atrapalhe os planos da Revolução.

São Paulo, segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PNDH-3 em debate, não perca!

Autor: Edson   |   14:49   14 comentários

Participe do Fórum:

As ameaças do 
Programa Nacional dos Direitos Humanos–3 
continuam!

Em 22 de dezembro de 2009, por decreto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pôs em vigor o Plano Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3), texto agressivo, totalitário e coletivista, que traumatizou a Nação. O diploma legal, saudado com entusiasmo pelas esquerdas, não teve condições políticas de sustentação. Quase cinco meses depois, premido pelo clamor da inconformidade popular e por conveniências eleitorais, o governo finalmente alterou em pontos fundamentais o PNDH-3. Foi verdade ou show? Você precisa saber para ficar atualizado.
  • O que pensar deste programa da coligação governista, que procura enfiar o Brasil nos moldes de sua utopia de destruição?

  • O governo, ao ajustar pontos do programa que traumatizaram a Nação, ferindo-a em seus sentimentos de religião, nacionalidade e autonomia pessoal, recuou como foi noticiado por certa imprensa? Ou fez retirada momentânea sem abandono a objetivos programáticos irrenunciáveis para revolucionários, hoje no governo, obcecados por seus ideais de demolição?
Estas e outras perguntas de enorme atualidade serão respondidas por especialistas na matéria, com grande experiência da vida pública brasileira.

Dia 26 de agosto de 2010

Local: GOLDEN TULIP– Paulista Plaza

Endereço: Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo

Acesse o site da Pela Legítima Defesa e confirme gratuitamente logo sua presença, as vagas são limitadas.

Conferencistas

Prof. Ives Gandra da Silva Martins
As inconstitucionalidades no PNDH-3.

Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança
A corrosão do direito de propriedade no PNDH-3.
Reforma agrária, quilombolas, questão indígena.

Deputado Federal Jairo Paes de Lira
O PNDH no Congresso Nacional.
Aborto, “casamento homossexual” e desarmamento.

Dr. Paulo Uebel, Diretor executivo do Instituto Millenium
Aspectos econômicos do PNDH-3
– A prosperidade e o desenvolvimento humano

Programação

19:30 hs Recepção e welcome coffee
20:00 hs Início do fórum
22:00 hs Considerações finais e Encerramento

Realização e Patrocínio:

Acesse o site da Pela Legítima Defesa e confirme gratuitamente logo sua presença, as vagas são limitadas.

São Paulo, terça-feira, 10 de novembro de 2009

Quando os antropólogos chegam...

Autor: Edson   |   00:10   Seja o primeiro a comentar

São Paulo, sábado, 7 de novembro de 2009

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada

Autor: Edson   |   20:39   Seja o primeiro a comentar



Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acordo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?

Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica) concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar tais práticas?

As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, a verdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntariamente não a podem — ou não querem — ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, a FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.

O livro eletrônico Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, as autoridades civis e especialmente religiosas, para que façam um compromisso com a “cultura da vida” e se empenhem para que acabe de uma vez o infanticídio em nossas tribos indígenas.

Para fazer o download gratuito do livro, visite o site:
http://SaintGabriel-International.com/infanticidio.htm

Infanticídio indígena no Brasil –– a tragédia silenciada termina com um apelo ao Papa Bento XVI, pedindo sua intervenção junto aos bispos do Brasil, a fim de que ajam em conjunto para extinguir de uma vez esse crime, que brada aos Céus: o assassinato de crianças recém-nascidas, sob o olhar cúmplice do Conselho Indigenista Missionário, da CNBB.

A obra respeitosamente lembra ao Sumo Pontífice que, há 121 anos, o Papa Leão XIII dirigiu-se aos bispos brasileiros a fim de que trabalhassem em conjunto para terminar a escravidão. Os bispos ouviram o Papa, e a princesa Isabel assinou a Lei Áurea.

Chegou a hora de falar para terminar o morticínio!

Segundo Raymond de Souza:

1) Uma nova ideologia de desrespeito à Constituição do País — a qual garante o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive o das crianças índias recém-nascidas — está sendo defendida pela FUNAI, com toda a impunidade;

2) Entre os missionários do CIMI, uma nova religião está sendo promovida, defendendo o paganismo, a superstição, a barbárie e o infanticídio como se fossem expressões culturais autênticas, dignas de um missionário cristão;

3) A Lei natural não conta, os Dez Mandamentos não contam, a grande missão que Jesus Cristo outorgou à Igreja, de ensinar e batizar, não conta;

4) Entrementes, sob o pretexto de procurar manter a “cultura indígena”, milhares de crianças inocentes são assassinadas.

São Paulo, quinta-feira, 19 de março de 2009

Em relatório sobre a demarcação de territórios indígenas em Roraima, ministro do STF cita Plinio Corrêa de Oliveira

Autor: Edson   |   15:22   Seja o primeiro a comentar

Ontem, o ministro do STF Marco Aurélio defendeu, em seu relatório, que o processo de demarcação de Raposa Serra do Sol deve ser anulado.

O ministro cita inúmeros argumentos para defender seu juízo e, ao mencionar sobre o pano de fundo do conflito em questão que preocupava o deputado, embora comunista, Aldo Rebelo, coloca, em nota no rodapé, referência ao livro "Tribalismo Indígena – Ideal Comuno Missionário para o Brasil no Século XXI”, de Plinio Corrêa de Oliveira.

Palavras proféticas

Na página 47, escreve Marco Aurélio:
Também vale registrar que, em 1987, o professor Plínio Correia de Oliveira, autor de “Tribalismo Indígena”, diante dos trabalhos de elaboração da Carta de 1988, advertiu:

"O projeto de constituição, a adotar-se em uma concepção tão hipertrofiada dos direitos dos índios, abre caminho a que se venha a reconhecer aos vários agrupamentos indígenas uma como que soberania diminutae rations. Uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada. (Projeto de constituição angustia o país, editora Vera Cruz, São Paulo, 1987, página 182 e página 119 da obra citada)."

Proféticas palavras tendo em conta, até mesmo, o fato de o Brasil, em setembro de 2007, haver concorrido, no âmbito da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, para a aprovação da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas.
***

Para ler o relatório na integra, clique aqui.

Para ler o livro "Tribalismo Indígena – Ideal Comuno Missionário para o Brasil no Século XXI", clique aqui.

Para obter a edição mais recente do livro (2008) onde os jornalistas Nelson Ramos Barreto e Paulo Henrique Chaves contam o que viram na Raposa-Serra do Sol, o que pesquisaram em Mato Grosso e em Santa Catarina e transcrevem importantes entrevistas com várias personalidades que confirmam em tudo as teses do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, clique aqui.

São Paulo, sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Leia Tribalismo Indígena e entenda o que se passa com os índios!

Autor: Edson   |   11:55   Seja o primeiro a comentar



Há 30 anos, o Brasil tomava conhecimento da existência de uma corrente de missionários contrária à catequização e à civilização dos índios. Segundo sua doutrina, os silvícolas devem manter seu primitivismo, tipo humano ideal do III milênio.
Tal revelação foi feita por Plínio Corrêa de Oliveira em sua obra Tribalismo Indígena (1977) – matéria da Parte I da presente edição – que contou com sete edições, perfazendo 76 mil exemplares de tiragem.

Hoje, uma avalanche demarcatória de terras indígenas atropela o direito de propriedade através de decretos e portarias, aliás, sem nenhum amparo constitucional. O governo Lula anunciou mais 129 áreas a ser delimitadas até 2010.

Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores da Parte II, visitaram a reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, e apontaram a ameaça à soberania nacional naquela região de fronteira.

A FUNAI, num afã demarcatório acaba de delimitar no Mato Grosso do Sul – região fronteiriça com o Paraguai – novas reservas que podem alcançar 12 milhões de hectares de terras férteis e produtivas.

Tais medidas vêm despertando reações indignadas por todo o Brasil. A questão indígena acrescida à Reforma Agrária, à Revolução Quilombola e às questões ambientais forma um quadro impressionante de coletivização das terras brasileiras.

Este livro entra no âmago da questão indígena!

Vejam no mapa o tamanho da encrenca!




Quem quer essa confusão toda para o Brasil?
Aliás, já estamos nela!
Terras indígenas = amarelo
Assentamentos = vermelho
Acampamentos da Reforma Agrária = verdes
Terras de quilombolas = azuis
Não se encontram no mapa as áreas de reservas ambientais...

Fonte do mapa: IBGE, MAPA, Conab, ABRAF, NCRA, MMA. CNA

O Conselho Indigenista Missionário, a CNBB, o governo federal, governos estrangeiros e ONGs querem fragmentar e coletivizar as terras do País. Para quê?

SOLICITE SEU EXEMPLAR AGORA. Editora Artpress, 255 páginas, ilustrado:
http://www.artpress.com.br/ De: R$ 28,70 por: R$ 25,00

(fonte: Blog GPS do Agronegócio)

São Paulo, segunda-feira, 25 de agosto de 2008

"Dos filhos deste solo és mãe gentil", até quando?

Autor: Edson   |   11:17   Seja o primeiro a comentar

Quanto tempo demorará para que o Governo petista mude, na prática, a gentileza materna desta Pátria aos seus filhos?

Transcrevo abaixo uma mensagem enviada pela Campanha Paz no Campo:


Apelo ao Supremo Tribunal Federal
sobre a Revolução indigenista
Dia 27 de agosto o Supremo Tribunal Federal vai julgar a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Da maneira como está sendo conduzida essa demarcação e a “desintrusão” dos não índios tem sido arbitrária, ilegal e inconstitucional.
Se você já está devidamente informado sobre o assunto, CLIQUE AQUI para assinar o Apelo
(http://www.fundadores.org.br/stf.asp)

Não é mais possível aceitar:
● a espetaculosa ação da Policia Federal, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial e declarando agir por ordem do Presidente da República. Já estamos num regime totalitário?;
● a prometida concentração de militantes do PT na porta do STF, com a expressa intenção de pressionar;
● o acampamento em Brasília que farão índios, dirigidos pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade ligada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), apoiados pelos movimentos políticos dito sociais como sem-terras do MST e congêneres, sem teto, quilombolas e outros , entre os dias 24 e 27 de agosto próximos, declaradamente para pressionar o STF;
● a truculenta ameaça dos índios de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal, se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo Cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”.
● a presença, como pressão, de ativistas dos Direitos Humanos da ONU, monitorando a esperada decisão do Supremo e suas conseqüências e preparando relatório a ser apreciado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU em dezembro próximo;
● na previsão de uma decisão desfavorável, a pressa com que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) editou seis Portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, abrangendo 26 Municípios em uma área próxima a 12 milhões de hectares, fazendo pairar sobre a região sul do Estado, criando enorme insegurança jurídica nessas áreas que fazem fronteira com o Paraguai;
● a insidiosa proposta do Ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, aos assustados produtores de “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo” quando se sabe que órgãos do governo são mestre no uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País. Desobedecem ordens judiciais e agem por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo. Tanto quanto possível no maior silêncio para não despertar reações contrárias;
A grave ameaça da “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU
O Brasil já assinou a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, da ONU, dependendo apenas de sua aprovação pelo Congresso Nacional. Ela concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território. Uma distração de nossos legisladores pode levar qualquer resistência a ser infrutífera.
Quais são os privilégios constitucionais dos indígenas?
O Supremo já decidiu em última instância e por unanimidade que: “As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto, foram ocupadas por indígenas”. (Acórdão RE Nº 219.983-3 DE 9-12-98)
A questão portando já está resolvida. Apesar disso, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que ela intitula de “científico”. Desde o início se sabe que o estudo dirá que toda terra era dos índios, que estes foram expulsos e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada e os índios manipulados pelo CIMI, logo invadem, sem saber que estão condenados, por esses religiosos a viverem na barbárie e sem conhecer os rumos benditos da Civilização Cristã que nossos antepassados nos legaram.
Vamos fazer um apelo
Vamos apelar aos Ministros do Supremo para que não deixem essa subversão continuar. Submetidas ao mesmo processo de formação, ontem foi a da “Nação Yanomani, hoje, da Raposa Serra do Sol, amanhã, da “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul, depois, do Oeste Catarinense, num processo sem fim.
Se deseja mais informações, clique no link abaixo:
http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/
Clique no link abaixo para assinar seu apelo
http://www.fundadores.org.br/stf.asp
Se necessário copie e cole a URL no seu browser

São Paulo, quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Onde há minério, há reserva de índio! Pura coincidência em Roraima?

Autor: Edson   |   18:04   3 comentários

Caro leitor, a imagem ao lado retrata o mapa do Estado de Roraima. Atente-se para a coincidência...

(Clique aqui para ampliar e ver o mapa original no site do Governo Estadual de Roraima)

As partes em retícula são as reservas generosamente demarcadas para alguns poucos índios.

E os pontinhos vermelhos?

Serão tribos índígenas? Malocas étnicas?

Não! São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante.

Com certeza são os principais "índios" protegidos em Roraima!...


(Fonte: Blog GPS do Agronegócio)

São Paulo, terça-feira, 5 de agosto de 2008

Os soldados de Tarso - link para download do vídeo

Autor: Edson   |   18:53   Seja o primeiro a comentar

Escrevo apenas para dar um detalhe a respeito do vídeo, já divulgado neste blog (clique aqui), sobre os desmandos da ação da Polícia Federal, em Roraima, sob comando do Ministro de Lula, Tarso Genro:

Se acontecer qualquer envePTualidade com o vídeo, por exemplo, sair de repente do ar - pois coisas dessas não são de se estranhar na atual conjuntura brasileira -, o leitor poderá fazer download no seguinte endereço:

Clique aqui para Download

Clique aqui para ver o vídeo

São Paulo, segunda-feira, 19 de maio de 2008

Revelado quem são os principais índios protegidos em Roraima

Autor: Edson   |   11:26   Seja o primeiro a comentar


Chamam-se Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante.

Fonte: Cláudio Humberto

São Paulo, quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ministro Tarso Genro qualifica brasileiros da reserva indígena de terroristas

Autor: Edson   |   20:52   Seja o primeiro a comentar

Segundo informa o Estadão, O Ministro Tarso Genro (foto ao lado. Autor Beto Barata/AE), em audiência pública na Câmara dos Deputados, qualificou de "atitude terrorista" a recusa a deixar a reserva indígena Raposa Serra do Sol. Os autores da recusa são brasileiros não-índios que moram na região.

Mesmo sob protesto de deputados, o Ministro manteve o termo terrorista.

"Não admito chamar o povo de Roraima de terrorista. Lá não tem bandido", clamou o deputado Urzeni Rocha (PSDB-RR), dizendo ainda que "o Ibama é a arma, o braço do governo federal contra Roraima".

Tarso Genro afirmou que a maioria dos brasileiros não-índios "está lá de boa fé", só que na região também há "grileiros, traficantes e grupos violentos que estão lá para cometer ilegalidades".

Em outras palavras, quem abaixar a cabeça e aceitar a desapropriação de suas legítimas propriedades é "de boa fé"; ao contrário, será automaticamente enquadrada como traficante, aderente de "grupos violentos", etc sem que haja exceção.

Cumpre, nesse caso, perguntar por que o MST tem tanta liberdade ainda.