Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, terça-feira, 18 de junho de 2013

Católicos defendem catedral de Guarulhos contra “Marcha das Vadias”

Autor: Edson   |   10:30   1 comentário

Católicos defendem com orações e sua presença a catedral de Guarulhos contra "Marcha das Vadias"
Católicos defendem com orações a catedral de Guarulhos contra "Marcha das Vadias

Nilo Fujimoto

Aconteceu. Não, não aconteceu. A marcha em Guarulhos, no sábado, 8/06, pretendeu contrarrestar os que têm como ideal de vida a conduta pautada pelos princípios cristãos, ainda mais num país cujos fundamentos foram solidamente construídos pelas heroicas missões da Igreja Católica.

Da pretensa marcha temia-se – com largo fundamento no modus operandi do movimento que é internacional – que viesse a atingir edifícios e símbolos que representam princípios opostos ao que defendem, como a igreja local: com o intuito de amortecer e minar as fibras morais dos que ainda permanecem fiéis na luta contra a deterioração contínua dos costumes.

Católicos opuseram serena resistência a prováveis violações do templo

Encontraram, porém, um salutar grupo de católicos que rezando e na firmeza de propósitos opuseram serena resistência às prováveis violações ao edifício sagrado – porque abriga o próprio Deus –, além de um grupamento da Polícia Militar solicitado pelo Padre Antonio Bosco da Silva, Pároco da catedral Nossa Senhora da Conceição e Vigário geral da Diocese de Guarulhos, em clara e legítima ação de salutar vigilância.

De fato, a provocação não tardou em se apresentar com a faceta característica de tais movimentos, isto é, reivindicam o direito de expressão, mas o fazem atentando contra os mais sagrados valores: uma manifestante começou a despir-se em público.

A polícia interveio, os manifestantes reagiram terminando por serem conduzidos à Delegacia. Fim da marcha.

Ah, já ia me esquecendo. Não descrevi a categoria à qual pertencem as pessoas que participaram da frustrada marcha. Elas são pessoas da categoria autodenominada“Marcha das vadias”.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

São Paulo, segunda-feira, 15 de abril de 2013

A missão católica na América, analisada pelo Presidente Teodoro Roosevelt

Autor: Edson   |   10:59   5 comentários

Teodoro Roosevelt
Teodoro Roosevelt
A fé católica inspirou aquela esplêndida floração do tempo dos Reis Católicos, de energias intelectuais e morais mais exuberantes que as dos bosques virgens desta América.

Daqueles frutos sazonados do século do ouro espanhol ela criou o caráter hispano, robusto e viril, nobre e generoso, grave e valente até a temeridade; os sentimentos cavalheirescos daquela raça potente de heróis, sábios, santos e guerreiros, que nos parecem hoje legendários; daqueles corações indomáveis, daquelas vontades de ferro, daqueles aventureiros nobres e plebeus que, com pobres barcos de madeira, corriam a dobrar a terra e alargar o espaço, limitando esfericamente o Globo e completando o Planeta e abrindo, através do Atlântico, novos céus e novas terras.

Ela moveu a essa raça espanhola , que fez o que nenhum outro povo fez: descobrir um mundo e oferecê-lo a Deus, que o concedeu.

Foi um padre espanhol, o Pe. Las Casas, o que inspirou a “Lei das Índias”, tão paternais para que os espanhóis, com a transfusão de seu sangue, de sua vida e de sua fé, implantassem em nosso solo uma civilização muito distinta da de outros povos conquistadores, mais humanitária que a que mata ou escraviza raças, como o têm feito os franceses e os ingleses e nós mesmos com os índios na América do Norte.

(Trecho de discurso do Presidente americano Theodore Roosevelt em Baltimore, 1902 – transcrito e traduzido da edição espanhola da Enciclopédia ESPASA CALPE, vol. 52, p. 280)

São Paulo, sexta-feira, 8 de março de 2013

O Espírito Santo e o próximo conclave

Autor: Helio Dias Viana   |   19:19   1 comentário

Roberto de Mattei
(Tradução Helio Viana)


Em 5 de março de 2013 - Os olhos do mundo, não só dos católicos, estão voltados neste momento para São Pedro, a fim de saber quem será o novo Vigário de Cristo. A espera que se manifesta antes de cada Conclave é desta vez mais acurada e intensa, pela sucessão de acontecimentos que nos deixam chocados e confusos.

Massimo Franco escreve no “Corriere della Sera” de 27 de fevereiro de 2013 que “dentro da Cidade do Vaticano está se consumando o fim de um modelo de governo e de uma concepção do papado”, e compara a dificuldade que a Igreja atravessa hoje com a fase final da crise do Kremlin soviético. “O declínio do Império vaticano – escreve – acompanha aquele dos EUA e da União Europeia em crise econômica e demográfica. Mostra um modelo de papado e de governo eclesiástico centralizado, desafiado por uma realidade fragmentada e descentralizada”. A crise do império vaticano vem apresentada como uma crise de modelo de papado e de governo eclesiástico inadequado para o mundo do século XXI. A única saída seria a de um processo de “auto-reforma” que salvasse a instituição desnaturando-lhe a essência.

Na realidade, o que está em crise não é o governo “monocrático” conforme com a Tradição da Igreja, mas o sistema de governo nascido das reformas pós-conciliares, que nos últimos 50 anos vêm expropriando o Papado de sua autoridade soberana para redistribuir o poder entre as conferências episcopais e uma onipotente Secretaria de Estado. Mas, sobretudo Bento XVI e seus predecessores, por razões diversas de temperamento, se tornaram vítimas do mito da colegialidade de governo na qual sinceramente acreditaram, renunciando a assumir muitas responsabilidades que teriam podido resolver o problema da aparente ingovernabilidade da Igreja. A atualidade perene do Papado está no carisma que lhe é próprio: o primado de governo sobre a Igreja universal, da qual o magistério infalível é a decisiva expressão.

São Paulo, segunda-feira, 4 de março de 2013

Tendo em vista o “Processo de Autodemolição” e a “Fumaça de Satanás”, os católicos desejam uma coisa: CLAREZA

Autor: Paulo Roberto Campos   |   10:28   3 comentários

Raio atinge a cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, poucas horas após a renúncia de Bento XVI. Foto: Alessandro di Meo/AFP
A revista Catolicismo deste mês (edição nº 747), em cuja capa está estampada a foto acima, publica um luminoso artigo de Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995) que — como o leitor certamente perceberá — está impressionantemente vinculado aos acontecimentos da época atual de Sé Vacante[1]. Como se sabe, é o interregno iniciado no dia 28 último, com a renúncia de Bento XVI, e que se encerrará quando for escolhido seu sucessor. Apesar de ser um artigo que veio a lume há 35 anos (publicado na “Folha de S. Paulo” em 16-8-78), o autor, como afirma a revista, às vésperas de um novo Conclave[2], “poderia levantar em linhas gerais as mesmas perguntas nele formuladas, para as quais todos os católicos desejariam respostas claras”.

A seguir transcrevemos tal matéria, que o eminente líder e pensador católico escreveu às vésperas do Conclave de agosto de 1978, que elegeu o Papa João Paulo I.

___________

[1] Sé Vacante — do latim “Trono Vazio”.
[2] Conclave — do latim cum clave, que significa com chave. É a reunião fechada dos Cardeais na Capela Sistina para a eleição do Romano Pontífice.

Clareza 

Plinio Corrêa de Oliveira
Nesta época em que o público tem tanta influência até mesmo nos círculos mais reservados — nesta época em que tanta gente confunde público com publicidade, e imagina candidamente que a face da publicidade exprime sempre a do público — nesta época, enfim, em que tantas vezes um público átono, adormecido, deixa correr os acontecimentos sem entender o clamor publicitário, nem a conduta dos homens públicos, frequentemente hipersensíveis a tal clamor, pergunto: será real que as multidões veem e sentem as coisas como as apresentam tantos dos chamados meios de comunicação social?

No tocante ao Brasil, como à Igreja, sou levado a responder pela negativa. Deixo aqui de lado o Brasil, pois assim o manda o amor à brevidade. E passo a falar da Igreja. Da Igreja, sim, nestas vésperas de Conclave.

* * *

Diante do caudal de nomes de candidatos ao Papado que lhe vão sendo apresentados, o povo não quer saber tanto qual o lugar de origem, a idade e a carreira eclesiástica, nem qual a fisionomia deles (fisionomia que cabe, o mais das vezes, em uma das variantes em curso: jovial-risonha, caridosa-tristonha, desgrenhada-frenética, esta última ainda não em voga para cardeais).

O que o povo quer saber se reduz a esta pergunta principal: Paulo VI anunciou que a Igreja estava sendo vítima de um misterioso “processo de autodemolição” (Alocução de 7-12-68) e que nela penetrara a “fumaça de Satanás” (Alocução de 29-6-72). O falecido Pontífice — ante cujos restos mortais me inclino aqui com a devida veneração — partiu, pois, para a eternidade com a autodemolição em curso, e a fumaça de Satanás em expansão

O que pensará seu sucessor sobre a autodemolição e a fumaça? Como se conduzirá ante uma e outra? Mil outras questões poderiam ser formuladas acerca do novo Papa. Mas as que acabo de considerar primam sobre as demais. Pois quem navega numa barca em meio à pior fumaça, e em companhia de passageiros que vão desconjuntando o madeirame, se interessa de imediato e principalmente em saber o que vai ser feito a respeito da fumaça e dos demolidores da barca. Ora, a Santa Igreja de Deus é a admirável, a nobilíssima, eu quase diria, a adorável Barca de Pedro. É natural que tais perguntas, se as formulem, nestes dias, também os passageiros desta Barca.

São incontáveis os católicos segundo os quais a fumaça e a autodemolição se identificam, a justo título, com duas grandes tendências existentes na Igreja de nossos dias. Uma destas tendências se desenvolve no plano teológico, filosófico e moral. É o progressismo

A outra tendência se desenvolve no tríplice plano diplomático, social e econômico. Ela se chama, segundo o ângulo em que é considerada, aproximação com o Leste, aproximação com o socialismo e aproximação com o comunismo.

Se considerarmos que o progressismo é, por sua vez, uma aproximação com os mil aspectos do que se convencionou chamar “mentalidade moderna” (a qual é, até certo ponto, uma ficção a que poucos homens aderem inteiramente, muitos só aderem com restrições e em proporções acentuadamente variáveis, e que não poucos rejeitam), chegamos à conclusão de que o futuro Papa terá seu pontificado essencialmente marcado pela atitude que tomar diante disto que podemos qualificar de dupla aproximação: a) a mundano-publicitária-progressista; b) a socialo-comunista.

Desculpe-me o leitor os neologismos. Talvez conviesse compô-los de outra maneira. Apresentam-se-me ao correr da pena, e me servem para exprimir fácil e rapidamente o que quero dizer. Poupam, assim, o tempo do leitor, como o meu. Em nossa época, a pressa obtém indulgência para muitas deselegâncias...

O que pensam dessas aproximações os múltiplos cardeais cujos nomes vão sendo lançados como “papabili”? Como vê cada um deles as correntes rumo às quais esses movimentos de aproximação os convidam? Como hidras que é preciso abater desde logo com o gládio de fogo do Espírito? Como adversárias inteligentes, dúcteis, e talvez um pouco bobas, com as quais é possível conduzir lentas, cômodas e quiçá até cordiais negociações? Como parceiras em uma coexistência, ou mesmo colaboração perfeitamente aceitável, e por alguns lados até simpática? Estas são, entre mil, as perguntas que a maioria dos passageiros da sacrossanta Barca de Pedro gostariam de fazer a cada “papabile”.

E para estas perguntas, que pairam no ar, o mais das vezes não vejo em torno de mim senão fragmentos de respostas, opacos, viscosos, totalmente insatisfatórios.

Ora, queiram ou não queiram, quando do alto da loggia de São Pedro [foto] for proclamado o nome do novo Papa, e o consueto clamor de alegria se levantar da imensa praça circundada pelas colunatas berninianas, ao mesmo tempo uma muda mas ansiosa interrogação se apresentará aos espíritos. Será o novo sucessor de São Pedro, ante os promotores das aproximações, um batalhador, um negociador, ou um ajeitador? 

E ele, em quem residirá o excelso poder das chaves, cujas decisões são soberanamente independentes dos juízos dos homens, mas cuja missão pastoral não o poderá deixar indiferente às aspirações e necessidades das ovelhas, se perguntará, na hora solene da sua aclamação: qual das três atitudes espera de mim este povo imenso?

Enquanto aguardamos, na prece ininterrupta, submissa e confiante, esse momento ápice do primeiro encontro estuante de júbilo e carregado de preocupações, resta-nos perguntar: o que deseja a grei fiel?


Vários, é bem claro, têm sua preferência definida por um papa que tome inteiramente esta ou aquela das atitudes, ante a dúplice aproximação. Classifico-me, todos o sabem, entre os que exultariam com a escolha de um papa combativo como São Gregório VII [pintura acima] ou São Pio X [foto acima]. Outros preferem nitidamente um papa “aproximacionista”, como foi em seu tempo Pio VII [pintura abaixo]. E assim por diante.

Mas a imensa maioria dos fiéis, o que desejará ela?

À primeira vista, parece apática. Tal apatia será desinteresse? Não o creio.

O que será então? A meu ver, é a expressão do concerto respeitoso, e por isso mesmo silencioso, de quem não entende, não concorda e nem ousa discordar.

Essa imensa maioria, em cujo silêncio me parece discernir traços óbvios de fadiga, angústia e desânimo, deseja de imediato, e antes de tudo, clareza. 

Sim, ela deseja, num silêncio que se vai tornando enfaticamente perplexo, saber sobretudo o que é esta fumaça, quais são os rótulos ideológicos e os instrumentos humanos que servem a Satanás como sprays de tal fumaça, no que consiste a demolição, e como explicar que esta demolição seja, estranhamente, uma autodemolição? 

Não é o que o senhor gostaria de saber, leitor? A senhora, leitora? Pois eu também. E como nós, milhares, milhões, centenas de milhões de católicos.

E o que há de mais justo, de mais lógico, de mais filial e de mais nobre do que pedirem os filhos da luz, àquele a quem foi dito: “Tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”, pedirem-lhe clareza?


São Paulo, terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Inquisição espanhola x bicicletas infantis: quem matou mais?

Autor: Edson   |   10:16   2 comentários


"À luz de sua reputação atormentadora, certamente surpreenderá aqueles que acreditam que milhões de pessoas morreram na Inquisição Espanhola aprender que durante os séculos 16 e 17 menos de três pessoas por ano foram sentenciadas à morte pela Inquisição em todo o Império Espanhol, que ia da Espanha à Sicília e Peru [1].

"[...] O que significa que através dos seus infames 345 anos [considerando três breves suspensões], a terrível Inquisição Espanhola foi, numa base anual, cerca de catorze vezes menos letal que bicicletas infantis [2]".

_____________

Theodore Beale, The Irrational Atheist, pág. 219 (Kindle):
[1] Henry Kamen, The Spanish Inquisition: A Historical Revision. New Haven: Yale University Press, 1997, pág. 203;
[2] Facts About Injuries To Children Riding Bicycles. Safe Kids Worldwide.

Fonte: Blog Cruz Inabalábel

São Paulo, quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Quatorze ativistas católicos podem ser sentenciados à morte no Vietnã

Autor: Edson   |   12:18   2 comentários


Eles são acusados de subversão por exporem na Internet a corrupção no partido comunista e no governo. O julgamento está sendo realizado num momento de baixa cobertura midiática para evitar críticas da comunidade internacional. Em setembro, o primeiro-ministro Tan Dung lançou uma campanha contra ativistas e blogueiros, reiterada por ele em 17 de dezembro. A católica Maria Ta Phong Tan está entre os que correm risco. Em 2012, 40 ativistas e blogueiros foram presos.


Por Joseph Dang

Hanoi (AsiaNews, 31-12-2012) – Um grupo de católicos ativistas de direitos humanos poderia ser sentenciado à pena de morte. Em 6 de janeiro, seus membros irão a julgamento por subversão, acusados de violar o artigo 79 do Código Penal do Vietnã:

“Realização de atividades destinadas a derrubar o governo do povo”, o que pode acarretar a pena de morte. As 14 pessoas são: Ho Đức Hòa, Djang Xuan Dieu, le van Son, Nguyen Van Duyệt, Nguyen Van Oai, Anh Nguyen Xuan, Ho Văn Oanh, tailandês Văn Dung, Tran Minh Nhat, Nguyen Đình Cuong, Nong Hùng Anh, Djang Thi Ngoc Minh, Nguyen Minh Djang homem, e Nguyen Vinh Phuc Djang.

Para os católicos locais, o julgamento não só é vergonhoso e falho em defender os direitos humanos, mas vem na época do Natal, quando a atenção da mídia internacional é a mais baixa.

O momento não é por acaso e destina-se a limitar as críticas da comunidade internacional.

Os processos judiciais são parte da repressão do primeiro-ministro Nguyen Tan Dung contra blogueiros e críticos que têm exposto a corrupção no Partido Comunista e do governo, bem como aqueles que ficaram ricos com a crise financeira.

Como parte desta campanha, as forças de segurança têm como alvo muitos usuários de Internet.

Além disso, durante uma conferência nacional de segurança pública em 17 de dezembro, em Hanói, Dung ordenou à polícia "que evitasse a formação de organizações políticas de oposição".

A lista de violações inclui a prisão de Le Quoc Quan, conhecido advogado católico e defensor dos direitos humanos, que foi detido na última quinta-feira sob acusação de evasão fiscal.

Mártires históricos do Vietnã
Ele foi preso quando estava levando sua filha para a escola, informou a imprensa estatal. Desde que começou a defender os direitos humanos no tribunal e em seu blog, Le Quoc Quan foi expulso e assim não pode exercer a advocacia.

O Pe. Le Quoc Thang, secretário da Justiça e do Comitê de Paz do Conselho Episcopal do Vietnã, expressou preocupação com relação ao assédio repetido contra o advogado Le Quoc Quan, membro daquele conselho, e outros ativistas católicos.

"Estamos profundamente tristes com as ações do governo do Vietnã", disse o padre Le Quoc Thang. "Eles alegam o Vietnã está sob o domínio da lei, mas seu comportamento não está de acordo com a lei".

Na sexta-feira, um tribunal em Saigon condenou Nguyen Van Hai (blogueiro conhecido como Dieu Cay), Maria Ta Phong Phan Thanh e Tan Hai a longas penas de prisão.

Uma católica, Maria Ta Phong Tan postou "Justiça e Verdade" em seu blog. Mas pagou caro por suas ações, pois sua mãe pôs fim à própria vida ateando-se fogo diante da sede do Comitê Popular, no Bac Lieu.

Em seu site, os redentoristas vietnamitas acusaram a polícia de maltratar Maria Ta Phong Tan durante a sua detenção.

Nossa Senhora de La Vang, Vietnã
Nossa Senhora de La Vang, Vietnã"
Eles alertaram que sua saúde está se deteriorando a uma velocidade alarmante, especialmente sua saúde mental; algo que eles suspeitam estar sendo feito para levá-la, como sua mãe, ao suicídio.

Uma missa realizada na Igreja do Santíssimo Redentor, em Saigon, com orações especiais de leitura para os blogueiros detidos, reuniu milhares de cristãos e não-cristãos.

Ela visava oferecer apoio moral e orações a todos aqueles que se encontram presos por exercerem sua liberdade de expressão.

De acordo com a Human Rights Watch, 40 blogueiros, dissidentes e ativistas foram condenados no Vietnã em 2012. Entre eles, ao menos 18 foram acusados de "realizar propaganda contra o Estado", nos termos do artigo 88.

O vídeo filmado clandestinamente e apresentado embaixo apresenta as ruas vizinhas do tribunal sob inusual proteção policial.

São Paulo, segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O furacão Sandy — tudo derrubado por terra, exceto a Imagem de nossa Santíssima Mãe

Autor: Paulo Roberto Campos   |   13:56   Seja o primeiro a comentar



Primeira página do “The Wall Street Journal” (periódico de maior circulação dos EUA), do dia 31 de outubro último, mostra a Imagem de Nossa Senhora intacta em meio à devastação provocada pelo furacão Sandy. Muitos afirmam que só um milagre poderia operar este prodígio. Foto: Natalie Keyssar/WSJ.

Certamente todos viram cenas pavorosas provocadas pela recente passagem do furacão SANDYpela costa Leste dos Estados Unidos, mas talvez não tenham ainda visto as cenas mostradas noslinks abaixo. Recomendo-lhes assistir o vídeo e clicar nos links indicados no final.

Poderão ver, por exemplo, outras cenas como desta foto IM-PRES-SI-O-NAN-TÍS-SI-MA (acima). Em Nova York (no Queens), os fortes ventos e a super-tempestade destruíram tudo. Tudo desmoronado! Ademais, um incêndio reduziu tudo a cinzas. Tudo? — Tudo, EXCETO... esta linda imagem de Nossa Senhora das Graças!

Nem a fúria dos ventos, nem a apocalíptica tempestade, derrubaram a imagem da Santíssima Virgem! Nem o incêndio a consumiu!

Copiei esta Imagem para guardar comigo, e lhes aconselho a fazer o mesmo. Ela serve-nos para lembrar uma admirável lição de confiança na Providência Divina: poderemos pessoalmente, ou em nossas famílias, passar por provações pavorosas, por tempestades interiores, por grandes aflições, mas tenhamos a certeza de que Nossa Senhora é nossa Mãe, que constantemente estará de pé ao nosso lado. Tudo poderá estar destruído; Ela JAMAIS será abatida; SEMPRE irá nos amparar como uma Mãe bondosíssima.





PS: Para ver mais a respeito do tema deste post, click em:

The Wall Street Journal
Fotos Online

Em Defesa da Honra da Santíssima Virgem

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   01:31   Seja o primeiro a comentar

Até o momento em que escrevo, não tive notícia da retirada do quadro blasfemo pintado por Richa Hamilton e exposto na National Gallery de Londres.

O quadro distorce completamente uma das obras mais conhecidas do bem-aventurado Fra Angélico, a Anunciação, na qual o arcanjo São Gabriel anuncia a Nossa Senhora que Ela seria a Mãe do Messias.
Conservando o cenário original da obra, Richard Hamilton pintou uma mulher alada completamente nua representando o arcanjo, e no lugar da Santíssima Virgem também outra mulher nua, deturpando assim sacrilegamente o sentido do quadro.

Durante a Paixão, Nosso Senhor Jesus Cristo suportou todas as ofensas feitas contra a Sua divina pessoa, mas em nenhum momento permitiu que tocassem em Sua Santíssima Mãe. Entretanto não hesitou em tecer duas vezes os chicotes com os quais expulsou, cheio de cólera, os vendilhões do templo. Mal posso imaginar o que teria ocorrido ao artista Richard Hamilton se Nosso Senhor, naquele período, o flagrasse pintando o seu amaldiçoado quadro.

É indignante para qualquer católico autêntico, e de modo especial para os consagrados como escravos de amor a Nossa Senhora segundo o método de São Luiz Maria Grignion de Montfort, ver a Mãe de Deus e nossa sendo ofendida de tal maneira a propósito do acontecimento que é o fundamento da Redenção, quando Sua Honra brilhou de maneira inexcedível.

Ademais, a Anunciação é considerada a festa dos escravos de Nossa Senhora, pois foi a ocasião em que com profunda humildade Ela proferiu a frase: “Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra”.

Outro aspecto que deve encher de indignação o coração dos católicos é a insinuação impura colocada por Richard Hamilton em seu quadro. Sabemos que Nossa Senhora, ao ser convidada para ser a Mãe do Messias, perguntou como isso daria, uma vez que Ela estava na determinação de não violar a Sua virgindade. E só aceitou depois de o Anjo afirmar que seria por obra e graça do Espírito Santo. Existe, portanto, um abismo insondável e intransponível entre a Virgem Puríssima e a mulher despudorada do pintor blasfemo.

Onde este encontrou a inspiração para tão infeliz composição? Por que tisnar aos olhos de quantos contemplem o quadro, a altíssima elevação com a qual a Anunciação brilha para os católicos? É o primeiro mistério do Santo Rosário!

Seria ele um obcecado sexual, um sexomaníaco, um sexolatra, dessa espécie de gente incapaz de ver qualquer coisa por outro prisma que não o sexual?

Além do mais é desonesto, por deformar, usando elementos idênticos, uma obra de arte de um Bem-Aventurado que a compôs com intenção absolutamente contrária.

Nenhum católico pode desejar que alguém vá para o inferno. Mas porventura não poderá ter sido este o destino do infeliz artista?

Ficaríamos alegres em saber que ele teve uma conversão profunda e se salvou – o que não é impossível, mas muito pouco provável. Neste caso, que se dirija ao Beato Fra Angélico e lhe peça perdão pelo efeito post histórico de seu quadro, e implore a Nossa Senhora que ponha fim a tal exposição e à péssima obra que produziu.

Mas caso ele tiver recusado todas as instâncias da misericórdia de Deus e morrido ímpio, a justiça de Deus há de aumentar-lhe consideravelmente os sofrimentos como paga por tão nefando quadro contra a Santíssima Virgem.

São Paulo, terça-feira, 23 de outubro de 2012

Eurodeputado Cristiano Magdi Allam suplica ao Papa para que acolha no seio da Igreja os muçulmanos convertidos

Autor: Edson   |   17:18   1 comentário

Publicamos abaixo a íntegra da carta do eurodeputado Cristiano Magdi Allan direcionada ao Papa Bento XVI suplicando que a Igreja acolha os muçulmanos que, como ele, se converteram ao catolicismo. A missiva foi publicada no jornal Il Giornale no dia 15 de outubro último.

(Foto ao lado: Bento XVI batiza Cristiano Magdi na Basília de São Pedro)

***

Caro Papa, acolhei no Vaticano os muçulmanos convertidos a Jesus

Peço ao Papa que teve a coragem de conceder-me o batismo, vencendo o medo da vingança islâmica e a resistência interna da Igreja, de acolher-me junto com uma delegação de muçulmanos convertidos ao cristianismo na Europa e no mundo.

A ideia, que eu aceitei imediatamente com entusiasmo, é de Mohammed Christophe Bilek, franco-argelino que fundou a associação Notre Dame de Kabyla. Através do site www.notredamedekabylie.net, ele promove uma missão para a conversão dos muçulmanos ao cristianismo por meio de um diálogo baseado na certeza da nossa fé e na exortação constante de Jesus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15-18).

Embora o fenômeno esteja envolto na discrição, tornando, portanto, difícil dizê-lo com certeza, pode-se afirmar a partir de diversas fontes que seriam muitíssimos os muçulmanos que abraçam a fé de Jesus Cristo.
Em 2006, entrevistado pela [televisão] Al-Jazeera, o xeque Ahmad al-Qataani deu estes números: “A cada hora, 667 muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada dia, 16 mil muçulmanos se convertem ao cristianismo. A cada ano, 6 milhões de muçulmanos se convertem ao cristianismo”.

Falando ontem em Paris, Bilek disse que até na Arábia Saudita, berço do Islã e reduto dos dois principais lugares de culto islâmicos, haveria 120.000 muçulmanos convertidos ao cristianismo.

Os dados de 2008 indicam que os muçulmanos convertidos somavam 5 milhões no Sudão, 250 mil na Malásia, mais de 50 mil no Egito, de 25 a 40 mil no Marrocos, 50 mil no Irã, 5 mil no Iraque, 10 mil na Índia, 10 mil no Afeganistão, 15 mil no Cazaquistão e 30 mil no Uzbequistão.

Estive em Paris neste fim de semana, para pronunciar uma palestra intitulada “A Europa e suas raízes face ao acosso da cristianofobia”, organizada pelas associações Tradição Família e Propriedade, presidida por Xavier da Silveira, e Chrétienté-Solidarité, fundada por Bernard Antony.

Era o dia depois do anúncio da atribuição do Prêmio Nobel da Paz à União Europeia. Que escândalo no momento em que a União Europeia está alinhada na Síria com os extremistas islâmicos que estão perpetrando ao pé da letra um genocídio contra os cristãos!

No fim da tarde, na praça em frente à igreja de Santo Agostinho, junto com um argelino berbere que também se converteu, participei de uma vigília de oração e solidariedade com os cristãos perseguidos.
Em meu discurso, ousei fazer esta previsão:

“Quanto mais eu vou adiante, mais eu olho em volta, mais eu valorizo tudo, mais eu estou convencido de que o futuro da civilização laica e liberal, da democracia e do Estado de Direito, vai depender de sua capacidade de tomar distâncias em relação ao Islã enquanto religião, sem discriminar os muçulmanos enquanto pessoas.

“Eis por que eu fico cada vez mais convencido de que seremos salvos pelos cristãos que fugiram da perseguição islâmica. Só quem já experimentou pessoalmente a tirania islâmica saberá convencer o Ocidente sobre a verdade do Islã.

“Aqueles que se mantiveram firmes na fé de Jesus Cristo derrotarão o Islã, salvarão o Cristianismo neste Ocidente descristianizado e salvarão nossa civilização. Obrigado, Jesus”.

E, imediatamente após a minha palestra, diante de 500 pessoas que testemunham a resistência do cristianismo, Bilek me fez o convite de promover uma associação que reúna os muçulmanos convertidos ao cristianismo em toda a Europa.

Para mim, a ideia de ser classificado de “ex”muçulmano verdadeiramente não me compraz. Sinto-me e quero ser considerado exclusivamente cristão, do mesmo modo que sou orgulhosamente italiano, embora de origem egípcia.

Mas faço meu o conteúdo da mensagem: é preciso dar à luz uma instituição que encoraje os muçulmanos a superarem o medo, para serem batizados publicamente, para viverem abertamente sua nova fé.

Nós dois estamos cientes de que o verdadeiro problema provém dos cristãos natos, porque eles são os primeiros a terem medo. São inúmeras as denúncias de muçulmanos que gostariam receber o batismo, mas que sofrem a recusa de padres católicos, que não querem violar as leis dos países islâmicos que proíbem e punem com prisão – e por vezes com a morte – tanto quem faz o trabalho de proselitismo como quem incorre no “crime” de apostasia. É paradoxal que enquanto as igrejas vão se esvaziando cada vez mais, a ponto de serem colocadas à venda e acabarem se transformando em mesquitas, a Igreja bloqueie a conversão de muçulmanos ao cristianismo.

É por isso que apelo ao Santo Padre: acolha no Vaticano aos convertidos ao cristianismo, a fim de enviar uma mensagem forte e clara a todos os pastores da Igreja em favor da evangelização dos muçulmanos. Serão eles que nos libertarão da ditadura do relativismo religioso que nos obriga a legitimar o Islã, que restaurarão entre nós a fé sólida na verdade em Cristo, e que salvarão nossa civilização laica e liberal que, gostemos ou não, está baseada no cristianismo.

***

Observação deste blog: Não podemos concordar com a última frase dessa carta. Escreveríamos de outra maneira: se há ainda algo de bom em nossa sociedade laica e liberal é o que resta de cristianismo nela.

São Paulo, quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Proteste: Blasfêmia contra Nossa Senhora na National Gallery de Londres

Autor: Edson   |   14:58   3 comentários



Você talvez já tenha recebido um cartão de Natal ou um santinho com a bela imagem acima.

Trata-se da Anunciação do anjo São Gabriel a Nossa Senhora, um dos quadros mais famosos do Beato Angélico.

O quadro representa uma cena central na história da Redencao, porque ”o Verbo de Deus se fez carne e habitou entre nós” no mesmo instante em que Maria respondeu à saudação do Anjo dizendo: “eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”.

O talento e a santidade de Fra Angelico souberam reproduzir na tela toda a sacralidade da cena, de molde a despertar nos milhões de fiéis que a tem visto e a guardam na memória a devida veneração por este mistério central da Fé católica.

Imagine que um tarado obcecado por pornografia deturpasse a cena e, preservando o fundo de quadro para trazer de volta à imaginação a pintura original, substituísse Nossa Senhora por uma mulher descabelada e totalmente despida. E o Anjo por outra mulher com asas, também inteiramente nua.

Você não consideraria essa adulteração blasfema do quadro como uma imensa agressão psicológica à sua Fé católica e à sua devoção Nosso Senhor Jesus Cristo e a Nossa Senhora?

E não ficaria ainda mais horrorizado se soubesse que o móvel dessa agressão contra suas convicções religiosas está sendo exibido na prestigiosa National Gallery de Londres?

Trata-se de uma das obras do artista-pop Richard Hamilton (1922-2011), incluída numa exibição póstuma que apresenta outros quadros com cenas lúbricas de nu total dessas mesmas mulheres.

Consideramos a exposição e a mencionada obra uma blasfêmia contra a honra da Mãe de Deus e de seu Filho, bem como uma agressão brutal à consciência de todo católico.

Porém, tanto quanto sabemos, NINGUÉM está fazendo qualquer crítica ou urgindo medidas – pacíficas, é claro – contra essa exposição.

Se você souber de algum padre, de algum bispo, ou cardeal que tenha se manifestado, por favor nos informe. Nós vamos cumprimentá-lo por isso.

É de esperar que altos dignitários da Hierarquia católica se pronuncie a respeito com a necessára energia. Tanto mais quanto há algumas semanas inúmeras personalidades do clero e do mundo católico vieram a público reclamar contra um filme que os muçulmanos consideraram ofensivo a Maomé.

Vamos explicar melhor o que houve…

Na Internet foi colocada a sinopse de um filme caricaturesco sobre a vida de Maomé que os muçulmanos acharam blasfema. Em uníssono os seguidores do islamismo protestaram contra a zombaria, inclusive de forma violenta, provocando distúrbios por todo o mundo árabe, que culminaram no assassinato do Embaixador dos Estados Unidos na Líbia.

Muitas autoridades religiosas católicas uniram-se à condenação do filme acusando-o de será causa dos atos de violência, alguns até apoiando uma ação legal internacional contra os seus autores (veja aqui um exemplo).

Contrariamente ao Corão, o Evangelho não prega a violência. Mas há meios eficazes de reagir sem violência, que um católico pode empregar. É portanto incompreensível que uma ofensa gravíssima contra Àquela que é a Mãe de Deus, o Vaso de Pureza, não ocasione um protesto veemente dos católicos, especialmente das autoridades eclesiásticas.

E nós, enquanto devotos de Nossa Senhora, ficaremos inertes? Será que amamos verdadeiramente a Mãe de Deus a ponto de defendê-La contra uma blasfêmia como a exposta acima?

Trazendo a cena para o dia a dia:

- Você aceitaria que fizessem uma caricatura de sua mãe, de sua irmã ou de sua esposa, apresentada inteiramente nua?

Imagino que você ficaria indignado e faria de tudo para impedir que essa caricatura fosse dada a público.

Então, façamos o mesmo por nossa Mãe do Céu.

Veja o que você pode fazer para parar a exibição dessa obra blasfema:

  • Faça manifestações e protestos pacíficos. Os católicos são cidadãos ordeiros, respeitosos do Estado de Direito e que não fazem justiça pelas próprias mãos;
  • Mostre esta notícia para o Padre da Paróquia que você frequenta. E peça a ele que mostre ao Bispo com quem tem contato;
  • Envie uma mensagem à National Gallery, onde o quadro está sendo exposto, pelo e-mail: information@ng-london.org.uk
 Sugestão de texto:
Assunto: Suspendam imediatamente a blasfêmia contra a Virgem Maria.
Texto:
Prezado Dr.  Nicholas Penny,
Sou do Brasil e venho através deste e-mail fazer meu ato de protesto contra a infame exposição “The Late Works”, de Richard Hamilton. A razão de meu protesto é a inclusão de um quadro que deturpa a cena da Anunciação, zombando dos meus sentimentos religiosos cristãos.
Isso é inadmissível não apenas para os católicos brasileiros, como para qualquer país que nasceu das raízes cristãs, como a Inglaterra.
Exijo que sejam tomadas providências imediatas para que tal blasfêmia seja removida da exposição e farei de tudo para multiplicar este protesto por toda a Internet.
Atenciosamente,
Seu nome
  • Se você tiver algum contato no Vaticano, envie este post para que leiam e façam alguma coisa;
  • Caso você tenha um blog ou site, publique esta notícia e faça seu ato de protesto;
  • Compartilhe este post nas redes sociais e peça que os verdadeiros católicos se manifestem contra este ato radical de cristianofobia.
Esta blasfêmia não pode ficar sem protesto.

Ou não somos filhos de Maria Santíssima…

Como você vê há várias formas de protestar que não requerem um grande esforço. VOCÊ PODE FAZER A MAIORIA DELAS SENTADO EM FRENTE AO SEU COMPUTADOR.

Demonstre que você ama Nossa Senhora. Defenda-A destes insultos. O mundo precisa ver que não somos católicos apenas da boca pra fora, nós amamos a Igreja e a defendemos – pacificamente – de todo e qualquer ataque.

(Não publicamos aqui a foto da blasfêmia, pois não estaria de acordo com o que a moral, o pudor e o respeito à Nossa Senhora exigem. Limitamo-nos apenas a descrevê-la e dar as informações que permitem a qualquer um encontrar o original na Internet, coisa que, entretanto, não recomendamos).

Fonte: Devotos de Fátima

São Paulo, segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Vídeo: marcha feminista agride católicos que defendiam a catedral de Posadas

Autor: Edson   |   16:04   16 comentários



Na noite de ontem (7/10/2012), realizou-se em Posadas, Argentina, a marcha de encerramento do XXVII Encontro Nacional de Mulheres que, como de costume, deixou por onde passava muita sujeira, depredações, pichações e violência, especialmente contra os católicos que se reuniram em um cordão humano para defender a fachada da catedral da cidade.

Segundo Pe. Barros, a atitude das
feministas e dos "católicos extremistas"
que defendiam a catedral é similar.
Contra a vontade do pároco Pe. Alberto Barros, cerca de 100 pessoas se posicionaram nas escadarias da catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja. Pe. Barros tentou em vão evitar a presença dos católicos pedindo para que se retirassem porque, segundo sua visão, a presença deles "constituía uma provocação".

O sacerdote, fazendo papel do mau pastor que agrada o lobo e bate em suas ovelhas, disse à imprensa que aqueles heróis que defendiam a catedral eram "católicos extremistas" que "não são grupos católicos, são grupos ideologizados com um verniz católico, porque isto não é o evangelho" e que o grupo de mulheres que agrediram os fiéis "não eram representativas da multidão que participava do encontro".

Vejam abaixo a entrevista que o Pe. Alberto Barros concedeu à TVA dias antes e suas perspectivas de "diálogo" com as feministas embora critique os extremismos que "alguns grupos minoritários" praticaram contra as catedrais das cidades anteriores que sediaram o Encontro Nacional de Mulheres. Mas também criticou os "católicos fundamentalistas" que, na opinião dele, se colocam "no mesmo nível das feministas" por tentar defender a igreja.


Agora vejam qual foi a atitude dos "católicos extremistas" que o Pe. Barros vê como similar a das feministas.


São Paulo, quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Posso votar no PT? (uma questão moral)

Autor: Edson   |   16:57   2 comentários


1. Existe algum partido da Igreja Católica?

A Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política”[2] e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”[3].


2. Então os fiéis católicos podem-se filiar a qualquer partido?

Não. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”[4].


3. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende algum atentado contra a lei moral?

Sim. No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[5].


4. Todo político filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução?

Sim. Para ser candidato pelo PT é obrigatória a assinatura do Compromisso Partidário do Candidato ou Candidata Petista, que “indicará que o candidato ou candidata está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (Estatuto do PT, art. 140, §1º[6]).


5. Que ocorre se o político contrariar uma resolução do Partido como essa, que apoia o aborto?

Em tal caso, ele “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (Estatuto do PT, art. 140, §2º). Em 17 de setembro de 2009, dois deputados foram punidos pelo Diretório Nacional. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[7].


6. O PT agiu mal ao punir esses dois deputados?

Agiu mal, mas agiu coerentemente. Sendo um partido abortista, o PT é coerente ao não tolerar defensores da vida em seu meio. A mesma coerência devem ter os cristãos não votando no PT.


7. Mas eu conheço abortistas que pertencem a outros partidos, como o PSDB, o PMDB, o DEM...

Os políticos que pertencem a esses partidos podem ser abortistas por opção própria, mas não por obrigação partidária. Ao contrário, todo político filiado ao PT está comprometido com o aborto.


8. Talvez haja algum político que se tenha filiado ao PT sem prestar atenção ao compromisso pró-aborto que estava assinando...

Nesse caso, é dever do político pró-vida desfiliar-se do PT, após ter verificado o engano cometido.


9. Que falta comete um cristão que vota em um candidato de um partido abortista, como o PT?

Se o cristão vota no PT consciente de tudo quanto foi dito acima, comete pecado grave, porque coopera conscientemente com um pecado grave. O Catecismo da Igreja Católica ensina sobre a cooperação com o pecado de outra pessoa: “O pecado é um ato pessoal. Além disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quandoneles cooperamos: participando neles direta e voluntariamente; mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados; não os revelando ou não os impedindo, quando a isso somos obrigados; protegendo os que fazem o mal”[8]. Ora, quem vota no PT, de fato aprova, ou seja, contribui com seu voto para que possa ser praticado o que constitui um pecado grave.


Em síntese:

Um cristão não pode apoiar com seu voto um candidato comprometido com o aborto:

– ou pela pertença a um partido que obriga o candidato a esse compromisso (é o caso do PT)

– ou por opção pessoal.

www.providaanapolis.org.br

Divulgue este documento. Instrua os eleitores cristãos.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
Telefax: 55+62+3321-0900
Caixa Postal 456
75024-970 Anápolis GO
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"


[1] Extraído da edição n. 133 do boletim “Aborto. Faça alguma coisa pela vida”, do Pró-Vida de Anápolis, publicada em 12 de junho de 2010. Foram atualizadas as citações, de acordo com o novo Estatuto do PT, assim como os endereços da Internet.
[2] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 76.
[3] Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, n. 75.
[4] Catecismo da Igreja Católica, n. 2246, citando “Gaudium et Spes, n. 76.
[5] Resoluções do 3º Congresso do PT, p. 80. in: http://www.pt.org.br/arquivos/Resolucoesdo3oCongressoPT.pdf
[6] Estatuto do Partido dos Trabalhadores, Redação final aprovada pelo Diretório Nacional em 09/02/2012, in: http://www.pt.org.br/arquivos/ESTATUTO_PT_2012_-_VERSAO_FINAL.pdf
[7] DN suspende direitos partidários de Luiz Bassuma e Henrique Afonso, 17 set. 2009, in: http://pt.jusbrasil.com.br/politica/3686701/dn-suspende-direitos-partidarios-de-luiz-bassuma-e-henrique-afonso
[8] Catecismo da Igreja Católica, n. 1868.

São Paulo, sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Fora da Igreja Católica não há resposta convincente...

Autor: Paulo Roberto Campos   |   13:37   4 comentários



Simplesmente transcrevo para nossos leitores uma notícia recente e boa (coisa rara em nossos tempos...), a qual, creio, agradará a todos. Trata-se da conversão ao catolicismo da célebre blogueira atéia Leah Libresco [foto], por cuja intenção devemos rezar, para que doravante ela seja uma verdadeira católica apostólica romana, e não uma “católica” da linha “progressista”, ou “esquerda-católica”, ou ainda tipo “teologia da libertação”.

Que Leah Libresco seja bem-vinda ao catolicismo e que, a partir de agora, “queime o que adorava e adore o que queimava”...

A notícia foi publicada na Agência ZENIT (30 de julho de 2012), traduzida do italiano por Thácio Siqueira.

Quando Deus é a única resposta convincente... 

Leah Libresco, blogueira americana atéia, anunciou em seu conhecido site a conversão ao catolicismo 

Por Salvatore Cernuzio 

ROMA — É uma história maravilhosa de conversão nos nossos dias, aquela de Leah Libresco, a popular blogueira americana atéia responsável do Patheos Atheist Portal.

No passado 18 de Junho uma postagem desta jovem filósofa, formada em Yale e colaboradora do Huffington Post, definitivamente chocou muitos seguidores — especialmente ateus — do seu blog, chegando rapidamente a todas as partes do mundo.

“Esta é a minha última postagem” anunciava dramaticamente o título do artigo, onde a blogueira declarava ter finalmente encontrado a resposta para aquela sua “moral interna” que até agora o ateísmo não conseguia satisfazer: o cristianismo. A resposta que durante anos Leah refutava e rejeitava com “explicações que buscam colocar a moralidade no mundo natural”. 

“Durante anos eu tentei argumentar a origem da lei moral universal que reconhecia presente em mim” explicou a blogueira; uma moralidade “objetiva como a matemática e as leis da física”. Nesta busca contínua de respostas, Leah se refugiou, por exemplo, na filosofia ou na psicologia evolutiva.

“Eu não pensava que a resposta estivesse ali” admite, mas ao mesmo tempo “não podia mais esconder que o cristianismo demonstrava melhor do que qualquer outra filosofia aquilo que reconhecia já como verdadeiro: uma moral dentro de mim que o meu ateísmo, porém, não conseguia explicar”. 

Os primeiros “sinais” de conversão vieram no dia de Domingo de Ramos, quando a blogueira participa de um debate com os alunos de Yale para explicar de onde deriva a lei moral. Durante a explicação, foi interrompida por um jovem que “buscava fazer-me pensar — como ela mesma lembra — pedindo-me para não repetir a explicação dos outros, mas para dizer o que eu pensava sobre isso”. 

“Não sei, não tenho uma ideia” é a resposta da Leah diante de uma pergunta simples, mas inquietante. “A sua melhor hipótese?”, continuou o jovem, “não tenho uma”, ela responde.

“Terá talvez alguma ideia”, continua ele; “não o sei... mas acho que a moral tenha se apaixonado por mim ou algo parecido” tenta falar a filósofa, mas o rapaz neste momento diz-lhe o que pensava.

Refletindo, a mulher diz: “Percebi que, como ele, eu acreditava que a moral fosse objetiva, um dado independente da vontade humana”. Leah descobre portanto que também ela crê “numa ordem, que implica alguém que o tenha pensado” e “na existência da Verdade, na origem divina da moral”.

“Intuí — explica ainda — que a lei moral como a verdade pudesse ser uma pessoa. E a religião católica me oferecia a estrada mais razoável e simples para ver se a minha intuição era verdadeira, porque diz que a Verdade é vivente, que se fez homem".

Pedindo depois àquele jovem o que lhe sugeria fazer, a filósofa atéia convicta, começa a rezar com ele a Completa no Livro dos salmos e continua “a fazê-lo sempre, também sozinha”.

Anos e anos de teorias, provas, convicções, desmoronados diante da única Verdade: Deus. Publicada no portal, a história de Leah provocou reações diversas e milhões de comentários. Basta pensar no fato de que tenha sido postada no Facebook 18 mil vezes e que a sua página web tenha recebido, segundo o diretor do blog, Dan Welch, cerca de 150 mil acessos.

Muitos comentários são acusadores, pessoas atéias que se sentem “traídas” por aquela que era para eles uma líder. Muitos outros, ao contrário, são de católicos que, como muitos não-crentes, seguiam o blog. Alguns expressam as suas felicitações e dizem: “Estou tão feliz por você. Rezei tanto. A aventura está apenas começando.”

Entrevistada pela CNN, a Libresco no entanto, confessou de ter ainda muito a entender e estudar sobre aquilo que sustenta a Igreja sobre questões de moral, como por exemplo a questão da homossexualidade que a deixa ainda “confusa”. “Mas não é um problema” afirmou, em quanto que tudo do que ela se convenceu “é razoável”.

Depois da conversão, a mulher procurou também uma comunidade católica, “escandalizando os amigos” mais incrédulos. “Se me perguntam como estou hoje respondo que estou feliz — diz a blogueira — o melhor período que você pode viver é quando você se dá conta de que quase tudo o que você pensava que era verdadeiro, na verdade era falso”.

Ainda à CNN, a blogueira contou que se sentia “renascida uma segunda vez”: “É ótimo participar da Missa e saber que ali está Deus feito carne — declarou — um fato que explica tantas outras coisas inexplicáveis”. 

Neste ponto, a questão que mais causa curiosidade é o que fará Leah do seu popular blog ateu? Uma pergunta que tem assombrado a mesma autora todos os dias depois daquela fatídica tarde em Yale.

“Parar de escrever? — Diz na sua postagem — continuar em um estilo cripto-católico esperando que ninguém perceba (como fiz no último período)?” Após um exame demorado, a solução foi outra: “A partir de amanhã, o blog será chamado Patheos Catholic channel e será usado para discutir com os ateus convictos, como fazia antes com os católicos”. 

O motivo? “Se a pessoa é honesta — explica — não tem medo de entrar em diálogo. Eu recebi uma resposta sobre o que buscava porque aceitei colocar-me em diálogo. O interessante de muitos ateus é que fazem críticas e pedem provas. Uma coisa utilíssima à Igreja, que não deve ter medo porque está do lado dos fatos e da razão”.

Incentivo, finalmente, conclui a postagem, quase uma despedida da Libresco aos seus muitos leitores ateus: “Quaisquer que sejam suas crenças religiosas parar e pensar naquilo que você crê é uma boa ideia e se assim compreende que há algo que te obriga a mudar de ideia, não tenha medo e lembre-se que a tua decisão pode somente melhorar a tua visão das coisas”.

São Paulo, sábado, 21 de julho de 2012

Ante a perda da terceira parte do rebanho católico

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   11:11   1 comentário



Os católicos que realmente levam a sério a prática da Religião, receberam com imensa consternação a notícia da diminuição gigantesca de irmãos na Fé. O último censo apontou uma redução, em 50 anos, de praticamente um terço dos católicos no Brasil! Talvez já não sejamos mais o maior país católico do mundo.

Tal consternação se justifica principalmente pelo fato de que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana ensina que fora d’Ela não há salvação. Esta verdade está inteiramente clara no Símbolo dos Apóstolos ou Credo: Credo in Unam Sanctam Catholicam et Apostolicam Ecclesiam. Creio na Igreja Una Santa Católica e Apostólica.

Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “Fora da Igreja não há salvação: Como deve entender-se esta afirmação, tantas vezes repetida pelos Padres da Igreja? Formulada de modo positivo, significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça pela Igreja que é o seu Corpo” (Parágrafo 846).

Portanto, a coerência de tal ensinamento nos leva à triste convicção de que as almas que rompem com a Igreja Católica, caso não se arrependam, correm sério risco de condenação eterna. Não nos esqueçamos, aliás, que Nossa Senhora quis confirmar a existência do inferno e a condenação das almas mostrando-o aos pastorinhos em Fátima, a 13 de julho de 1917.

Há, entretanto, outro fator preponderante para a consternação dos nossos; é o fato de os católicos estarem abandonando a Igreja por causa de uma força centrífuga autodemolidora, instalada no próprio seio d’Ela, conforme já apontou o Papa Paulo VI em dezembro de 1968.

Nossa Santa Religião está encharcada de elementos que a desfiguram inescrupulosamente vinte e quatro horas por dia, propulsionando assim, direta ou indiretamente, para a apostasia, as almas que buscam a autêntica espiritualidade da Igreja Católica.

Frustradas dentro da Igreja, decepcionadas com uma quantidade não pequena de pastores mal orientados, sentindo-se repelidas por suas apetências coerentes com a Fé, acabam se excluindo, cheias de perplexidades, em razão de sua consciência duramente violentada. Não as justificamos, estamos apenas descrevendo o fenômeno. Caberia permanecer na Igreja em estado de resistência contra os maus católicos. Mas é inegável que essas almas têm essas atenuantes.

Basta viajar pelo interior do Brasil para deparar com uma quantidade incontável de escândalos morais, litúrgicos e doutrinários que transudam numa incontável quantidade de paróquias. Fiéis perplexos, desorientados, vazios, se dispersam, como ovelhas desgarradas pelos campos, à mercê dos lobos espertos que logo as acediam com suas charlatanices, heresias e marketing pseudoreligioso.

Pobres almas remidas por Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem tem pena delas?

Quantas autoridades religiosas só tratam de assuntos materiais e temporais, dir-se-ia que perderam a Fé. Dão palpites a propósito de tudo o que não lhes diz respeito, apoiando reivindicações sociais sempre voltadas para a esquerda, muitas vezes contrárias à doutrina e à moral da Santa Igreja; enquanto as almas se desviam aos borbotões. “Pelos seus frutos vós os conhecereis” diz São Mateus, e os frutos aí estão. Uma diminuição enorme de católicos.

Apesar dos números reveladores e das evidências, a obstinação em caminhar pelas vias do “progressismo”, da teologia da libertação, de práticas inspiradas no protestantismo pentecostal etc., é determinada.

Será por um consciente espírito autodemolidor?

Para dar um exemplo que endossa essas considerações, a má vontade e incompreensão que sofrem vários sacerdotes desejosos de, apoiados no Motu Próprio de Bento XVI, celebrarem a Missa Tridentina.

Há sacerdotes relegados , por causa disso, a celebrar fora das cidades, em sítios distantes, em condições materiais precárias, em sensível pobreza. Outros vivem numa perpétua insegurança sobre o que lhes pode acontecer, pelo fato de serem conservadores, desejarem celebrar o ritual tradicional e usarem batina.

Não faltam bispos que colocam toda sorte de dificuldades para permitir a celebração da Missa tradicional, que, não obstante, ganha cada vez mais adeptos.

Não será que essa tendência conservadora pode começar a recuperar o terreno perdido? Por que não favorece-la mais?

Além disso, respeitáveis senhoras são ridicularizadas publicamente até por sacerdotes durante as missas, por se apresentarem de véu para comungar. Ao mesmo tempo, moças indecorosamente vestidas recebem livremente a comunhão.

A outros se lhes nega a absolvição pelo fato de se confessarem conforme aprenderam no catecismo e não – para usar uma expressão utilizada por alguns confessores – segundo a “moda atual” de confissão na Igreja, que mais parece “um papo” do que uma acusação dos pecados.

Chegamos ao ponto de sacerdotes afirmarem publicamente: “Aqui o Papa não manda nada” etc… Conheço testemunhas de todos esses fatos.

Enquanto isso, as almas vão se esfriando, apagando, se retirando, abandonando nossa Santa Igreja. Contudo, para muitos clérigos, este fato parece não causar dor nenhuma. Continuam sua marcha demolidora da Igreja e mortal para as almas.

Serão eles realmente pastores? Aqueles que, segundo Nosso Senhor, dão a vida pelas suas ovelhas? Ou serão lobos com pele de ovelha, o sal que não salga? A pergunta fica colocada.

Imagino quanto esta situação faz sofrer os autênticos pastores de Nosso Senhor!

Em qualquer caso, independente de quantos o traiam, certíssimo é que Nosso Senhor é a cabeça da Igreja, e que Esta constitui Seu Corpo Místico. A parte humana da Igreja é sujeita a erros, mas o seu caráter divino e infalível é inatingível pela conspurcação dos seus inimigos, especialmente dos que, a partir de dentro A traem – de acordo com a constatação de Paulo VI lembrada acima.

Conforme prometeu Nosso Senhor, “as portas do Inferno não prevalecerão contra Ela”; portanto, a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, a única Igreja verdadeira do único Deus verdadeiro, vencerá a todos que lutam contra Ela. Sejam eles quem e quantos forem.

São Paulo, sábado, 14 de julho de 2012

Dados do IBGE atestam queda no número de católicos. As causas? O progressismo dito católico, a Teologia a Libertação, o abandono da tradição e da linguagem firme e corajosa

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:21   2 comentários

O Censo demográfico IBGE/2010 relativo às religiões no Brasil, recentemente divulgado, causou enorme perplexidade. E não é para menos, pois revela uma forte queda no número de católicos.

Tema que não poderíamos deixar passar em branco, pois tem muito a ver com este espaço, destinado a defender a família católica. Portanto, não imitaremos o avestruz, que para não enfrentar o perigo enfia a cabeça na areia, mas vamos encará-lo de frente e com coragem.

Sempre nos deparamos com declarações de senhores bispos sobre uma série de coisas, falando muito mas não dizendo nada; suas palavras não comovem as almas nem convertem os pecadores. Não poderia ser de outro modo, pois eles empregam uma linguagem oca que não repercute no fundo dos corações; uma linguagem “politicamente correta” e, portanto, sem sal; uma linguagem vazia tipo “água com açúcar”, que causa repulsa. Numa palavra: uma linguagem morna que só serve para afastar os católicos. Daí o resultado da pesquisa do IBGE!

Faço uma ressalva sobre as raras declarações de eminentes prelados que ainda usam uma linguagem firme e atraente própria da Igreja Católica como a ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo. Infelizmente, casos cada vez mais raros. E que, sempre que possível, procuramos repercutir neste espaço — como, por exemplo, o post anterior (Entrevista com o Padre Hélio Luciano, da Universidade de Navarra).

Abaixo segue um artigo que bem elucida esse gravíssimo problema da perda de terreno da Igreja Católica para outras religiões e a razão profunda que levou a este desastre: além da falta de firmeza dos bons prelados, o papel dos prelados, auto-demolidores, da linha “Teologia da Libertação”.

Mas antes de passar ao referido artigo, não resisto em narrar um fato histórico — que cada leitor poderá fazer a aplicação e o comentário que bem desejar — que aplico aos pequenos lamentos de que tomei conhecimento de alguns dos senhores bispos representantes da CNBB.

Em 1492 os Reis Católicos (Isabel de Castela e Fernando de Aragão) conquistaram a cidade de Granada, expulsando finalmente os mouros invasores da Espanha. O rei Boabdil foi obrigado a abandonar o que ele chamava de “Paraíso Terrestre” — o fabuloso palácio do Alhambra — e voltar para a África. Em sua fuga para o mar, teve que passar por uma montanha de onde se tem uma espetacular visão da cidade de Granada e do Alhambra (foto abaixo).

Registra a história que o mouro Boabdil aí parou para dar uma última olhada de despedida da magnífica cidade que perdera. Com aquela visão deslumbrante... começou a chorar... A Sultana Aixa, sua mãe, o repreendeu com estas duras palavras: “Llora como mujer lo que no has sabido defender como un hombre!” Chora como mulher o que não soubestes defender como um homem...


Os amargos frutos da Teologia da Libertação: esvaziamento da Igreja Católica no Brasil 

Luis Solimeo 

“Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos — Entre 1960 e 2010, o Brasil viu a parcela de sua população que se declara católica cair de 93,1% para 64,6%”.(1)

“Em uma década, católicos perdem mais espaço para os evangélicos. — Entre 2000 e 2010, fatia de católicos cai 12% no total da população brasileira; parcela dos evangélicos cresce 43% e de pessoas sem religião sobe 10%”.(2)

Notícias alarmantes, que, entretanto, parece não terem alarmado os Srs. Bispos do Brasil, como veremos.

Essa queda não é algo que aconteceu da noite para o dia, a ponto de pegar os Bispos brasileiros de surpresa; nem algo imprevisível, mas resultado de um processo longo, embora se tenha acelerado nas últimas décadas.

Detenhamo-nos um pouco na análise dos números, para depois investigar as causas desse declínio.

“A maior nação Católica do mundo”

O Brasil foi descoberto e colonizado por Portugal, uma nação católica. Os primeiros missionários foram os Padres Jesuítas ainda cheios do zelo inicial de sua fundação. O catolicismo marcou toda a vida do País, fazendo dele a maior nação Católica do mundo, não só em números absolutos, como também em termos percentuais, em relação às demais religiões.

O crescimento do protestantismo, do espiritismo, de religiões orientais ou afro-brasileiras, bem como do número de pessoas sem religião, foi lento no País até algumas décadas atrás. Em cem anos, segundo os dados do primeiro censo realizado no Brasil em 1872, até os dados do censo de 1970, verifica-se que a proporção de católicos variou apenas 7,9 pontos percentuais, reduzindo de 99,7%, em 1872, para 91,8% em 1970.(3) E ainda assim, segundo sugerem estudos acadêmicos, pelo menos parte desse aumento de não-católicos se deveu à imigração.(4)

A partir dessa última data (1970), o crescimento das demais religiões e a diminuição do numero de católicos acelerou-se de modo acentuado e o último censo que acaba de ser divulgado, correspondente a 2010, revela que a porcentagem dos católicos caiu para 64,6%. Portanto, nos últimos 40 anos, a Igreja teve uma perda de fiéis de quase 30% (precisamente, 27,2%).

Acresce a esse quadro que o número de católicos praticantes nesse mesmo período oscilou entre 5 e 10%.(5)

Ao mesmo tempo, o protestantes passaram de 6,6% em 1980 para 22,2%, sendo que o maior crescimento foi o do Pentecostalismo.

Embora se apresentem razões sociológicas para explicar tal mudança no quadro religioso do Brasil (migrações maciças da zona rural para as periferias urbanas e maior facilidade nos últimos anos de formação de núcleos pentecostais para acolher os desenraizados), tais explicações são superficiais e não pegam o fundo do problema. Tanto mais quanto o aumento protestante pentecostal deu-se também nas zonas rurais do País: em termos percentuais, a maior concentração protestante se verificou em Rondônia (33,8%), um Estado do noroeste do país, tipicamente rural.

Teologia da Libertação: simples coincidência?

É bem evidente que as razões mais profundas que explicam a perda de fiéis pela Igreja Católica são de caráter religioso e devem ser procuradas na crise que abala a Igreja no Brasil (como por quase todo o mundo).

Não é simples coincidência que a aceleração da perda dos fiéis pela Igreja, na década de 1970, se tenha dado ao mesmo tempo em que se disseminavam entre o clero e o episcopado os princípios da Teologia da Libertação. Como essa “teologia” confunde a libertação espiritual com a libertação política, e o estabelecimento do “Reino de Deus” na Terra com a implantação uma sociedade socialista e igualitária, os sermões nas igrejas, em sua maioria, assim como os temas das Campanhas da Fraternidade promovidas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), referem-se mais a luta de classes e reformas político-sociais e econômicas do que ao Evangelho.

Tomemos um exemplo concreto. O boletim da Conferência Episcopal assim descreve a Campanha da Fraternidade de 2010 :

“Lema: Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro (Mt 6,24) Tema: Economia e Vida Objetivo Geral: Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”.(6)

Como se vê, não se encontram referências à vida eterna, à salvação das almas, ao pecado, Céu e Inferno. É um linguajar puramente político, de luta de classes, que espanta os fiéis desejosos de ouvir falar das verdades eternas. A referência a “uma sociedade sem exclusão” baseia-se no conceito marxista de que a riqueza dos ricos é constituída mediante a exclusão ou opressão dos pobres. (Sem querermos nos aprofundar, notemos de passagem o caráter “ecumênico” dessas campanhas, que colocam a Igreja Católica não como a única Igreja de Cristo, mas apenas como uma das “Igrejas Cristãs”, entre outras. Isso não facilita o proselitismo das seitas protestantes?).

O hino da Campanha dos Bispos para este ano tem a seguinte estrofe:

“Levem a todos meu chamado à liberdade (Cf. Gl 5,13) Onde a ganância gera irmãos escravizados. Quero a mensagem que humaniza a sociedade Falada às claras, publicada nos telhados. (Cf. Mt 10,27).”(7)

Em suma, a Teologia da Libertação é um veículo religioso a serviço da revolução, conforme a apresentava o Pe. Gustavo Gutierrez, considerado o “pai” dessa corrente, em seu livro Teologia da Libertação, de 1971:

“O homem latino-americano [...] na luta revolucionária liberta-se de algum modo da tutela de uma religião alienante que tende à conservação da ordem.”(8)

Considerando a Santa Igreja uma “religião alienante” (conceito marxista: “A religião é ópio do povo”, na frase de Marx), os teólogos da libertação e seus seguidores procuram construir uma igreja “desalienada”, que tende, não “à conservação da ordem” mas à sua subversão.

A consequência é que os fiéis, cansados dessa “religião desalienada”, revolucionária e materialista, centrada em questões econômicas e sociais, acaba muitas vezes apostatando tragicamente, da única e verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vão procurar alhures as palavras de conforto da religião e de guia para sua vida moral: “A quem iremos, Senhor, só tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68).

Acordarão, por fim, os Senhores Bispos brasileiros e se darão conta de que a missão precípua da Igreja não é oferecer solução para os problemas econônicos e sociais, menos ainda procurar estabelecer uma sociedade igualitária, mas sim salvar as almas? Ou continuarão eles enfeitiçados pela miragem utópica da Teologia da Libertação?

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Notas:

1. Denise Menchen-Fabio Brisolla, “Católicos passam de 93,1% para 64,6% da população em 50 anos, aponta IBGE” in Folha de S. Paulo, 29/06/2012 edição on line. http://www1.folha.uol.com.br/poder/1112382-catolicos-passam-de-931-para-646-da-populacao-em-50-anos-aponta-ibge.shtml

2. Artigo “A fé dos brasileiros” In O Estado de São Paulo, 26 maio 2012, edição online. http://estadaodados.com/html/religiao/

3. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Censo 2010: número de católicos cai e aumenta o de evangélicos, espíritas e sem religião, http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2170&id_pagina=1.

4. Ver, p. ex., Narcizo Makchwell Coimbra ((Universidade Federal de Goiás)), O protestantismo de imigração no Brasil: “Um dos principais fatores que contribuiu para a propagação da ideologia protestante no país foi o surto de imigração no século XIX .... Constatamos que uma das conseqüências mais importantes do protestantismo de imigração é o fato de que esse ajudou a criar condições que facilitaram a introdução do protestantismo missionário no Brasil.” www.congressohistoriajatai.org/anais2007/doc%20(35).pdf

5. “Censo revela que católicos permanecem maioria no Brasil”, O SÃO PAULO, 03 Julho 2012, http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/?q=node/142144. (Note-se, de passagaem, o tom ainda otimista do órgão da Arquidiocese de São Paulo. )

6. “Campanha da Fraternidade 2010 – Ecumênica”, http://www.cnbb.org.br/site/campanhas/fraternidade/2173-historico-das-cfs.

7. http://cnbb.org.br/site/images/stories/Hinocf2013.pdf. 8. G. Gutiérrez, Teologia da Libertação, Edição brasileira, Vozes, Petrópolis, 1975, p. 67.

São Paulo, domingo, 15 de abril de 2012

Santa Faustina sofreu pelo pecado de aborto

Autor: Edson   |   21:50   Seja o primeiro a comentar

Do Diário de Santa Faustina Kowalska:

«Hoy deseaba ardientemente hacer la Hora Santa (*) delante del Santísimo Sacramento, sin embargo la voluntad de Dios fue otra: a las ocho experimente unos dolores tan violentos que tuve que acostarme enseguida, he estado contorsionándome por estos dolores durante tres horas, es decir hasta las once de la noche. Ninguna medicina me alivió, lo que tomaba lo vomitaba, hubo momentos en que los dolores me dejaban sin conocimiento. Jesús me hizo saber que de esta manera he tomado parte en su agonía en el Huerto y que Él mismo había permitido estos sufrimientos en reparación a Dios por las almas asesinadas en el seno de las malas madres. Ahora sí entiendo de qué dolores se trata, porque el Señor me lo hizo saber... Sin embargo, pensar que quizá un día vuelva a sufrir así, me da escalofríos, pero no sé si en el futuro sufriré otra vez de modo similar. Lo dejo a Dios, lo que a Dios le agrade enviarme, lo recibiré todo con sumisión y amor. Ojalá pueda con estos sufrimientos salvar del homicidio al menos un alma... »

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(*) Hora Santa é um ato de piedade que consiste em uma vigília diante do Santíssimo Sacramento das 23h às 24h de quinta-feira em desagravo aos sofrimentos que Nosso Senhor sentiu pelo abandono dos apóstolos e pela traição de Judas. A origem da Hora Santa se encontra nos pedidos de Nosso Senhor a santa Margarida Maria Alacoque.

Fonte:
http://eligelavidanet.blogspot.it/2012/04/la-agonia-de-las-victimas-del-aborto.html