Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, segunda-feira, 4 de abril de 2011

Com porvir incerto, índia macuxi recorre a "Exterminador do Futuro"

Autor: Edson   |   13:07   Seja o primeiro a comentar

Brasil. Ano 2011. A desolação tomou conta. As máquinas estatais dominam todo território indígena na Amazônia. Os pobres silvícolas são subjugados por uma ideologia binária, feita em laboratórios universitários. A esperança começa a definhar. A índia Avelina Pereira está com noventa anos e as coisas parecem que não vão para frente. A reação nacional está cada vez mais difícil.

São Paulo, quinta-feira, 19 de março de 2009

Em relatório sobre a demarcação de territórios indígenas em Roraima, ministro do STF cita Plinio Corrêa de Oliveira

Autor: Edson   |   15:22   Seja o primeiro a comentar

Ontem, o ministro do STF Marco Aurélio defendeu, em seu relatório, que o processo de demarcação de Raposa Serra do Sol deve ser anulado.

O ministro cita inúmeros argumentos para defender seu juízo e, ao mencionar sobre o pano de fundo do conflito em questão que preocupava o deputado, embora comunista, Aldo Rebelo, coloca, em nota no rodapé, referência ao livro "Tribalismo Indígena – Ideal Comuno Missionário para o Brasil no Século XXI”, de Plinio Corrêa de Oliveira.

Palavras proféticas

Na página 47, escreve Marco Aurélio:
Também vale registrar que, em 1987, o professor Plínio Correia de Oliveira, autor de “Tribalismo Indígena”, diante dos trabalhos de elaboração da Carta de 1988, advertiu:

"O projeto de constituição, a adotar-se em uma concepção tão hipertrofiada dos direitos dos índios, abre caminho a que se venha a reconhecer aos vários agrupamentos indígenas uma como que soberania diminutae rations. Uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada. (Projeto de constituição angustia o país, editora Vera Cruz, São Paulo, 1987, página 182 e página 119 da obra citada)."

Proféticas palavras tendo em conta, até mesmo, o fato de o Brasil, em setembro de 2007, haver concorrido, no âmbito da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, para a aprovação da Declaração Universal dos Direitos dos Indígenas.
***

Para ler o relatório na integra, clique aqui.

Para ler o livro "Tribalismo Indígena – Ideal Comuno Missionário para o Brasil no Século XXI", clique aqui.

Para obter a edição mais recente do livro (2008) onde os jornalistas Nelson Ramos Barreto e Paulo Henrique Chaves contam o que viram na Raposa-Serra do Sol, o que pesquisaram em Mato Grosso e em Santa Catarina e transcrevem importantes entrevistas com várias personalidades que confirmam em tudo as teses do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, clique aqui.

São Paulo, sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Leia Tribalismo Indígena e entenda o que se passa com os índios!

Autor: Edson   |   11:55   Seja o primeiro a comentar



Há 30 anos, o Brasil tomava conhecimento da existência de uma corrente de missionários contrária à catequização e à civilização dos índios. Segundo sua doutrina, os silvícolas devem manter seu primitivismo, tipo humano ideal do III milênio.
Tal revelação foi feita por Plínio Corrêa de Oliveira em sua obra Tribalismo Indígena (1977) – matéria da Parte I da presente edição – que contou com sete edições, perfazendo 76 mil exemplares de tiragem.

Hoje, uma avalanche demarcatória de terras indígenas atropela o direito de propriedade através de decretos e portarias, aliás, sem nenhum amparo constitucional. O governo Lula anunciou mais 129 áreas a ser delimitadas até 2010.

Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, autores da Parte II, visitaram a reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, e apontaram a ameaça à soberania nacional naquela região de fronteira.

A FUNAI, num afã demarcatório acaba de delimitar no Mato Grosso do Sul – região fronteiriça com o Paraguai – novas reservas que podem alcançar 12 milhões de hectares de terras férteis e produtivas.

Tais medidas vêm despertando reações indignadas por todo o Brasil. A questão indígena acrescida à Reforma Agrária, à Revolução Quilombola e às questões ambientais forma um quadro impressionante de coletivização das terras brasileiras.

Este livro entra no âmago da questão indígena!

Vejam no mapa o tamanho da encrenca!




Quem quer essa confusão toda para o Brasil?
Aliás, já estamos nela!
Terras indígenas = amarelo
Assentamentos = vermelho
Acampamentos da Reforma Agrária = verdes
Terras de quilombolas = azuis
Não se encontram no mapa as áreas de reservas ambientais...

Fonte do mapa: IBGE, MAPA, Conab, ABRAF, NCRA, MMA. CNA

O Conselho Indigenista Missionário, a CNBB, o governo federal, governos estrangeiros e ONGs querem fragmentar e coletivizar as terras do País. Para quê?

SOLICITE SEU EXEMPLAR AGORA. Editora Artpress, 255 páginas, ilustrado:
http://www.artpress.com.br/ De: R$ 28,70 por: R$ 25,00

(fonte: Blog GPS do Agronegócio)

São Paulo, segunda-feira, 25 de agosto de 2008

"Dos filhos deste solo és mãe gentil", até quando?

Autor: Edson   |   11:17   Seja o primeiro a comentar

Quanto tempo demorará para que o Governo petista mude, na prática, a gentileza materna desta Pátria aos seus filhos?

Transcrevo abaixo uma mensagem enviada pela Campanha Paz no Campo:


Apelo ao Supremo Tribunal Federal
sobre a Revolução indigenista
Dia 27 de agosto o Supremo Tribunal Federal vai julgar a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Da maneira como está sendo conduzida essa demarcação e a “desintrusão” dos não índios tem sido arbitrária, ilegal e inconstitucional.
Se você já está devidamente informado sobre o assunto, CLIQUE AQUI para assinar o Apelo
(http://www.fundadores.org.br/stf.asp)

Não é mais possível aceitar:
● a espetaculosa ação da Policia Federal, com seus agentes invadindo fazendas sem mandato judicial e declarando agir por ordem do Presidente da República. Já estamos num regime totalitário?;
● a prometida concentração de militantes do PT na porta do STF, com a expressa intenção de pressionar;
● o acampamento em Brasília que farão índios, dirigidos pelo CIMI (Conselho Indigenista Missionário), entidade ligada à CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), apoiados pelos movimentos políticos dito sociais como sem-terras do MST e congêneres, sem teto, quilombolas e outros , entre os dias 24 e 27 de agosto próximos, declaradamente para pressionar o STF;
● a truculenta ameaça dos índios de resistirem ao julgamento do Supremo Tribunal Federal, se a decisão lhes for desfavorável, feita pelo Cacique Edson Alves Macuxi: “Se o Supremo decidir contra os índios, vamos reunir cinco mil guerreiros e fazer a desocupação de nossa terra na marra”.
● a presença, como pressão, de ativistas dos Direitos Humanos da ONU, monitorando a esperada decisão do Supremo e suas conseqüências e preparando relatório a ser apreciado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU em dezembro próximo;
● na previsão de uma decisão desfavorável, a pressa com que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) editou seis Portarias que têm por objeto demarcar terras pretensamente indígenas no Mato Grosso do Sul, abrangendo 26 Municípios em uma área próxima a 12 milhões de hectares, fazendo pairar sobre a região sul do Estado, criando enorme insegurança jurídica nessas áreas que fazem fronteira com o Paraguai;
● a insidiosa proposta do Ministro chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, aos assustados produtores de “diálogo, diálogo, diálogo e mais diálogo” quando se sabe que órgãos do governo são mestre no uso da dialética para iludir seus opositores e conduzir por etapas seu planos de coletivização do País. Desobedecem ordens judiciais e agem por vias administrativas, recorrendo a decretos, portarias e outras medidas, à revelia da Constituição, do Poder Judiciário e do Legislativo. Tanto quanto possível no maior silêncio para não despertar reações contrárias;
A grave ameaça da “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas” da ONU
O Brasil já assinou a “Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas”, da ONU, dependendo apenas de sua aprovação pelo Congresso Nacional. Ela concede aos povos indígenas autonomia política e administrativa, impedindo que não-índios e até mesmo as Forças Armadas possam entrar em seu território. Uma distração de nossos legisladores pode levar qualquer resistência a ser infrutífera.
Quais são os privilégios constitucionais dos indígenas?
O Supremo já decidiu em última instância e por unanimidade que: “As regras definidoras dos domínios dos incisos I e XI (as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios) do artigo 20 da Constituição Federal não albergam terras que em passado remoto, foram ocupadas por indígenas”. (Acórdão RE Nº 219.983-3 DE 9-12-98)
A questão portando já está resolvida. Apesar disso, a FUNAI, órgão do Ministério da Justiça, cada vez que deseja estabelecer mais uma reserva ou apoderar-se de grandes propriedades, encarrega um de seus antropólogos de fazer “um estudo”, que ela intitula de “científico”. Desde o início se sabe que o estudo dirá que toda terra era dos índios, que estes foram expulsos e que se deve devolvê-la o quanto antes. A terra é então demarcada e os índios manipulados pelo CIMI, logo invadem, sem saber que estão condenados, por esses religiosos a viverem na barbárie e sem conhecer os rumos benditos da Civilização Cristã que nossos antepassados nos legaram.
Vamos fazer um apelo
Vamos apelar aos Ministros do Supremo para que não deixem essa subversão continuar. Submetidas ao mesmo processo de formação, ontem foi a da “Nação Yanomani, hoje, da Raposa Serra do Sol, amanhã, da “Nação Guarani”, no Mato Grosso do Sul, depois, do Oeste Catarinense, num processo sem fim.
Se deseja mais informações, clique no link abaixo:
http://www.fundadores.org.br/paznocampo/acao/210808/
Clique no link abaixo para assinar seu apelo
http://www.fundadores.org.br/stf.asp
Se necessário copie e cole a URL no seu browser

São Paulo, quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Onde há minério, há reserva de índio! Pura coincidência em Roraima?

Autor: Edson   |   18:04   3 comentários

Caro leitor, a imagem ao lado retrata o mapa do Estado de Roraima. Atente-se para a coincidência...

(Clique aqui para ampliar e ver o mapa original no site do Governo Estadual de Roraima)

As partes em retícula são as reservas generosamente demarcadas para alguns poucos índios.

E os pontinhos vermelhos?

Serão tribos índígenas? Malocas étnicas?

Não! São reservas de minérios como Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante.

Com certeza são os principais "índios" protegidos em Roraima!...


(Fonte: Blog GPS do Agronegócio)

São Paulo, terça-feira, 5 de agosto de 2008

Os soldados de Tarso - link para download do vídeo

Autor: Edson   |   18:53   Seja o primeiro a comentar

Escrevo apenas para dar um detalhe a respeito do vídeo, já divulgado neste blog (clique aqui), sobre os desmandos da ação da Polícia Federal, em Roraima, sob comando do Ministro de Lula, Tarso Genro:

Se acontecer qualquer envePTualidade com o vídeo, por exemplo, sair de repente do ar - pois coisas dessas não são de se estranhar na atual conjuntura brasileira -, o leitor poderá fazer download no seguinte endereço:

Clique aqui para Download

Clique aqui para ver o vídeo

São Paulo, domingo, 3 de agosto de 2008

Vejam o absurdo da ação policial na "Reserva" Raposa Serra do Sol - Índios e não-índios contra a demarcação dessa reserva

Autor: Edson   |   16:08   1 comentário

Dois amigos foram até Roraima e conseguiram o vídeo abaixo, o qual publicaram, ontem à noite, no Youtube.

Precisamos divulgar esse absurdo. Favor repassarem para amigos antes que o vídeo seja tirado do ar!


São Paulo, segunda-feira, 19 de maio de 2008

Revelado quem são os principais índios protegidos em Roraima

Autor: Edson   |   11:26   Seja o primeiro a comentar


Chamam-se Nióbio, Tântalo, Ouro, Urânio, Tório e Diamante.

Fonte: Cláudio Humberto

São Paulo, quinta-feira, 15 de maio de 2008

Ministro Tarso Genro qualifica brasileiros da reserva indígena de terroristas

Autor: Edson   |   20:52   Seja o primeiro a comentar

Segundo informa o Estadão, O Ministro Tarso Genro (foto ao lado. Autor Beto Barata/AE), em audiência pública na Câmara dos Deputados, qualificou de "atitude terrorista" a recusa a deixar a reserva indígena Raposa Serra do Sol. Os autores da recusa são brasileiros não-índios que moram na região.

Mesmo sob protesto de deputados, o Ministro manteve o termo terrorista.

"Não admito chamar o povo de Roraima de terrorista. Lá não tem bandido", clamou o deputado Urzeni Rocha (PSDB-RR), dizendo ainda que "o Ibama é a arma, o braço do governo federal contra Roraima".

Tarso Genro afirmou que a maioria dos brasileiros não-índios "está lá de boa fé", só que na região também há "grileiros, traficantes e grupos violentos que estão lá para cometer ilegalidades".

Em outras palavras, quem abaixar a cabeça e aceitar a desapropriação de suas legítimas propriedades é "de boa fé"; ao contrário, será automaticamente enquadrada como traficante, aderente de "grupos violentos", etc sem que haja exceção.

Cumpre, nesse caso, perguntar por que o MST tem tanta liberdade ainda.