Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, quinta-feira, 17 de abril de 2014

Vote contra a regulamentação do comércio da maconha proposta pelo deputado Jean Wyllys (PSOL)

Autor: Edson   |   10:29   1 comentário

Participe da enquete abaixo promovida pelo site Voteweb sobre a regulamentação do comércio da maconha.

São Paulo, sábado, 15 de março de 2014

IPCO e outras associações protestam em frente ao teatro contra a peça "Jesus Cristo Superstar"

Autor: Edson   |   14:53   1 comentário



No dia 14 de março de 2014, 40 pessoas representando as associações Devotos de Fátima, Sagrado Coração de Jesus, Brasil pela Vida e o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) se uniram em frente do teatro do Instituto Tomie Ohtake onde foi estreada a peça blasfema e irreverente "Jesus Cristo Superstar".

Com a intenção de prestar um ato de reparação a Nosso Senhor Jesus Cristo, a manifestação pacífica começou às 19h30 com o canto do Credo e continuou com a recitação do terço até as 21hs. Duas horas antes do protesto diante do teatro, membros do IPCO fizeram uma campanha de distribuição de folhetos na avenida Faria Lima.

A petição online do site Defendo Jesus já obteve quase 36 mil assinaturas contra a realização da peça e o financiamento público cedido de forma indireta pelo Ministério da Cultura.

As manifestações ocorrerão na frente do teatro todos os dias em que houver a peça.

Confira as reportagens sobre esta manifestação na Folha de São Paulo e no Estado de São Paulo, apenas retificando que em momento algum os manifestantes tentaram impedir a entrada de pessoas no teatro, como informa erroneamente a redação do OESP.

Folha de São Paulo: Grupos católicos protestam na estreia do musical 'Jesus Cristo Superstar'

Estado de São Paulo: Católicos protestam contra musical sobre Cristo

São Paulo, quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A seca, a fé e a chuva

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   14:13   3 comentários



A Folha online publicou, no dia 8 de fevereiro último, a notícia trágica de que a tentativa de fazer chover na região do sistema Cantareira fracassou e a estiagem continua terrível!

Comentando o fato com um amigo de Minas Gerais, ele recordou que, em tempos idos, o clero promovia procissões que saíam da igreja matriz rumo a um Cruzeiro da cidade para pedir a Deus que enviasse chuva. Muitas crianças ainda inocentes seguiam a procissão portando garrafinhas d’água. Ao chegarem, elas eram orientadas a derramar a água junto aos pés da grande Cruz. E a chuva não tardaria.

Outro mineiro, que costuma fazer a revisão de meus artigos, acrescentou ter ele mesmo, juntamente com dois irmãos, também quando crianças, conduzido em procissão pela mãe levando um pequeno recipiente com água da porta da casa da fazenda onde vivia até o Cruzeiro que ficava sobranceiro sobre um monte. Ali, após algumas orações, fazia-se a Deus o pedido da chuva ao mesmo tempo em que os inocentes derramavam a água aos pés Cruz. Segundo ele, isso ocorreu há mais de 60 anos, e, naquele mesmo dia, à noite, a chuva caiu abundante.

Ao longo de minha vida ouvi contar muitos fatos semelhantes. Para mim, nada mais natural, pois a Igreja é detentora do poder espiritual e, portanto, capaz de mover o sobrenatural. O pedido oficial da Igreja é propício a Deus, a Nossa Senhora, aos anjos e aos santos para tudo de justo, razoável e bom.

Infelizmente, nos dias que correm não se percebe mais fé entre as pessoas, como também e, sobretudo, em larguíssima parcela do clero. Para não falar de nossos governantes mais inclinados a promover uma pajelança ou “dança da chuva” que rezar ou promover uma procissão.

Como seria edificante e eficaz a convocação feita por um Cardeal e Bispos seguidos do clero aos fiéis para a realização de um ato religioso a fim de implorar a Deus misericórdia pelos pecados, prometendo antes sincera conversão e, com tal disposição, rogar a Deus que chova o quanto antes. Com certeza, o povo atenderia em grande medida tal iniciativa.

Resta saber se o clero, muito mais engajado em assuntos como invasões de terra e de imóveis urbanos, levante de índios e negros contra brancos, arengando sempre contra o direito de propriedade, jogando pobres contra ricos, atores sentimentais que vivem promovendo festas, pois entendem eles hoje que “Jesus quer nos fazer felizes”. Aliás, felicidade essa com significado de mero prazer e que tudo justifica. Os Mandamentos não são mais levados em conta, espalhando a vivência de que tudo corre normalmente, Deus não está desagradado com as faltas de seus filhos.

Nem todos os sacerdotes procedem assim, e há verdadeiros heróis que cumprem seu dever. Infelizmente, por isso mesmo, sofrem perseguição atroz de seus pares ou mesmo até de superiores...

A verdade é que voltar-se para Deus, prometer emenda de vida e implorar misericórdia quase ninguém quer fazer.

Faço duas perguntas, a propósito da chuva:

E se Deus não permitir que chova até que os homens se voltem para Ele, como aconteceu no tempo de Elias profeta?

Mas creio isso está fora de cogitação do homem de hoje.

E se, por um prodígio de paciência, Deus permitir que chova, aguardando ainda mais pela conversão do homem, ele seguirá como se Deus não existisse, pensando exclusivamente em si? O grande Santo Agostinho tinha razão ao afirmar que “Deus é amigo do homem e quer a sua salvação. O que falta é o homem querer ser amigo de Deus”.

São Paulo, segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O lobby homossexual é um fenômeno da mídia

Autor: Paulo Roberto Campos   |   21:49   1 comentário

Fonte: Kultur und Medien – online
http://kultur-und-medien-online.blogspot.com.br/

As últimas estatísticas comprovam: grande parte da mídia concede importância exagerada a reivindicações absurdas de deputados e senadores pertencentes ao lobby homossexual. São razões ideológicas que levam a mídia a insuflar a importância de um grupo fortemente minoritário como o dos homossexuais. 

A realidade na Alemanha é inteiramente outra. 
Existem na realidade 73 mil uniões homossexuais. O que significa uma porcentagem ridícula de 0,2 %, se compararmos com os 41 milhões de uniões heterossexuais. Entretanto a mídia noticia as reivindicações homossexuais como se eles constituíssem a grande maioria. Entre as 73 mil uniões homossexuais, 6 mil (9 % das 73 mil) adotaram crianças. Apesar disso a mídia dá a entender que o número de adoções é de milhões. 
____________________ 
Nota: 
O Blog da Família está certo de que, no Brasil, dá-se o mesmo fenômeno de torção mediática da realidade. É sumamente lamentável essas cifras de uniões homossexuais e de adoções de crianças por parte dessas duplas, mas o que aqui estamos queremos ressaltar é o quanto a mídia procura exagerar para favorecer a agenda do movimento homossexual. 

Apenas para dar um exemplo desse tipo de ação da mídia, leia abaixo esta breve e recente notícia (“Folha de S. Paulo”, 29-12-2013), e compare o título (EXAGERADO) com o conteúdo da notícia (A REALIDADE).

Quem só lê o título, imagina que milhares de pessoas praticaram o “topless”, vai-se ver a realidade: apenas 6 (sim, somente seis) mulheres o fizeram... 


Sol volta a aparecer no Espírito Santo e praia tem ‘toplessaço’ 

SÃO PAULO — Depois dos seguidos dias de chuva que deixaram 24 mortos e 60.037 desaloja-dos, o ES voltou a ver sol ontem. Na presença do astro, um grupo de mulheres promoveu um “toplessaço” na praia da Ilha do Boi, em Vitória. Elas protestavam contra a proibição da prática do topless. Organizado pelo Facebook, o evento teve mais de mil confirmações — seis mulheres tiraram os sutiãs. Ato semelhante no Rio reuniu apenas cinco ativistas e uma multidão de curiosos.

São Paulo, segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Governo ucraniano ameaça tornar ilegal a Igreja Católica por celebrar missas para os opositores

Autor: Edson   |   15:10   Seja o primeiro a comentar

AFP/InfoCatólica


O governo ucraniano ameaçou declarar ilegal a Igreja greco-católica ucraniana por prestar serviços religiosos aos manifestantes opositores que ocupam a praça central de Kiev. O ministério da Cultura enviou uma carta ao arcebispo Sviatoslav Shevchuk, acusando a seus sacerdotes de «violar a lei» ao prestar serviços religiosos fora dos templos.


Uma das capelas católicas improvisadas
para Missas e apoio religioso aos estudantes,
na praça Maidan, Kiev. Foto: Vasily Fedosenko/Reuters
(AFP/InfoCatólica) «A violação desta lei pode dar lugar a procesos judiciais para por fim às atividades» das organizações religiosas, segundo a carta cujo facsimile foi publicado no site Ucrainska Pravda.

Não só os prelados da Igreja Católica, mas também os cismáticos da igreja ligada ao patriarcado de Kiev, prestam serviços religiosos várias vezes por dia na Praça da Independência da capital ucraniana, conhecida localmente como Maidan. (Nota: somente a Igreja católica foi notificada pelo governo.)


Opositores ao governo

Dom Sviatoslav Shevchuk, arcebispo
mor do rito greco-católico ucraniano,
já acusou a igreja Ortodoxa russa
de ter sido um instrumento
de Stalin para acabar
com o catolicismo na Ucrânia
.
Esta praça está ocupada desde novembro por manifestantes que protestam contra a decisão do presidente Viktor Yanukovich de recusar um pacto com a União Europeia, em benefício de vínculos mais estreitos com a Rússia.
A Igreja greco-católica ucraniana, que observa o rito bizantino, está em comunhão com o Papa, e estava proibida quando a Ucrânia formava parte da União Soviética.

Desde a independência do país, em 1991, a Igreja greco-católica se transformou na terceira mais importante do país.

Fonte: http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=19702 | Tradução: Edson Oliveira



São Paulo, terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um Santo Natal a todos!!!

Autor: Edson   |   11:00   Seja o primeiro a comentar

São Paulo, segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ainda sobre a “Lei da Mordaça” a ser aplicada aos defensores da Família

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:08   1 comentário

No caso da anunciada votação do PLC 122/2006, para o dia 20 p.p., obtivemos vitória numa batalha, mas não na guerra contra este projeto absurdamente anti-família. A guerra continua, pois ainda não arquivaram tal PLC — a “Lei da Mordaça". Ele apenas foi retirado de pauta no dia marcado para sua votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). 
Portanto não podemos nos calar e precisamos estar bem atentos a possíveis manobras regimentais, nas quais os parlamentares, manipulados pelo lobby homossexual, são mestres. Se não vigiarmos, na calada da noite, eles acabam aprovando o nefando PLC.

Tudo leva a crer que a “retirada da pauta” do PLC 122 foi devido às reações, como os telefonemas e e-mails de protestos ao Senado e diversas outras manifestações. Mas como o perigo não foi afastado, continuemos pressionando os parlamentares. No final deste post assista um vídeo sobre a questão. 

A respeito do problema da criminalização do que muito equivocadamente chamam “homofobia”, click em “Lei da Homofobia”, no SUMÁRIO que se encontra abaixo na coluna da direita. Ver-se-á que, no fundo, o que se pretende é criminalizar os defensores da família, destruir esta instituição, abolir a liberdade de expressão e liberdade religiosa — proibir qualquer manifestação contra as práticas homossexuais severamente condenadas por Deus. 

Transcrevo a seguir a CARTA ABERTA, assinada Adolpho Lindenberg, que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira encaminhou a todos os senadores: 
“Em 21 de maio p.p., o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira protocolou, na presidência desta Casa, a entrega de 3.449.376 de e-mails enviados aos Senadores por brasileiros de todas as latitudes, pedindo a rejeição total do PLC 122 (volume XL). Diante da iminência da votação do substitutivo do Sen. Paulo Paim na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o mesmo Instituto dirige-se respeitosamente a seus membros, em Carta Aberta, reiterando o pedido de arquivamento total do projeto. 



Brasília, 20 de novembro de 2013

Carta Aberta aos membros da Comissão de Direitos Humanos do Senado

Rejeitem a chamada “lei da homofobia” 

Excelentíssimos Senhores Senadores, 

De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19-11-13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”. 

Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos. 

De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”. 

Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“. 

Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011). 

Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.” 

E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”? 

Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito […] de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”

O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso. 

Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.

Entretanto, há mais: 

Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades. 

Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia! 

E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim? 

Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações. 

De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira. 
*   *   *
Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e uma crise de consciência sem precedentes na história da Nação.  
Adolpho Lindenberg
Presidente


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São Paulo, terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Gigante brasileiro e os liliputianos petistas

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   10:32   1 comentário


Quando o MPL saiu às ruas em junho para protestar contra o aumento de 20 centavos das passagens de ônibus, um grande inesperado aconteceu. Uma gama imensa de brasileiros se incorporou espontaneamente aos protestos pelos motivos concretos mais variados, mas no fundo por um descontentamento gigantesco com relação à situação, ou seja, ao governo petista do País.

“O Gigante acordou”, foi a imagem adotada para expressar as proporções da reação. As autoridades e a mídia foram pegas de surpresa e não conseguiram disfarçar sua perplexidade pelo fato de um número tão grande de brasileiros terem saído das respectivas “tocas” para se manifestar contra a situação do País.

O caráter centro direita do Gigante recusou o MPL e outros organismos e partidos de esquerda os quais foram banidos da liderança nas manifestações. Conforme noticiou a mídia, líderes do MPL resolveram deixar as marchas por causa do “conteúdo direitista” das mesmas. Logo, pressionados pelo PT e outros esquerdistas radicais, os do MPL voltaram a se posicionar na frente das marchas, e vândalos, saídos como que de dentro da terra, procuraram subverter a real intenção do Gigante.

Tal atitude fez o Gigante sair de cena e se eclipsar. Desde então principalmente o PT vem tentando encontrar uma fórmula para atrair novamente às ruas o Gigante esperando montar no seu cangote - quanto ele lucraria com isso - mas, até hoje o Gigante não voltou a se mover.

Na fase atual, a esquerda apelou aos black blocs, grupelho de anarquistas comunistas violentos incrivelmente impunes, para praticarem a baderna que bem entenderem. Com que intenção? Amedrontar, indignar ou atrair a opinião pública?

Simultaneamente, apesar de toda antipatia da opinião pública para com esses vândalos, autoridades os vão considerando como um movimento social autêntico, chamando-os para dialogar, fazendo-os subir de importância dando-lhes uma consideração parecida com a que o presidente Manuel Santos, da Colômbia, tributa às FARC.

O último ingrediente desse quadro é a desmoralização da polícia. Outrora tida como defensora da ordem pública, benemérita no combate aos bandidos etc., vai sendo transformada de “mocinho” em “bandido”, ao mesmo tempo que um empenho indisfarçável visa fazer dos vândalos, os novos “mocinhos”.

Papel fundamental nessa impostura tem certa mídia esquerdista que participa de tudo fazendo sempre um jogo a favor dos novos “mocinhos” contra os novos “bandidos”. O petismo continua avançando, impondo aumento de contribuições, captando mais dinheiro com impostos, perseguindo a classe média e abusando do direito de propriedade. Julga que o Gigante se aposentou.

Mas essas medidas, e outras, poderão enfurecer novamente o Gigante. E aí, com que consequências? Está provado que quando o Gigante se levanta todo o esquerdismo petista vira um punhado de “lilliputianos”. E esteja como estiver, o Gigante está aí misterioso.

São Paulo, domingo, 13 de outubro de 2013

Concórdia social, sim; luta de classes, não!

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:58   6 comentários

A igreja não exclui ninguém, fazendo a opção por todas classes sociais, nobres ou pobres, como é representado neste quadro “Saindo da Igreja”, do pintor espanhol Raimundo de Madrazo y Garreta(1841-1920). No quadro notam-se pessoas de diversas classes sociais, desde a pobre mulher cega, pedindo esmola sentada junto à porta, até ricas senhoras elegantemente vestidas.

Harmonia entre opção preferencial pelos pobres e opção preferencial por todas as elites 


Movimentos comprometidos com a “esquerda católica”, especialmente os simpáticos à Teologia da Libertação, tentam “exumar” velhos sofismas para interpretar equivocadamente o conceito de “opção preferencial pelos pobres”.

A esse propósito, cabe lembrar que, a pretexto da luta pela proteção dos pobres, o comunismo subjugou diversos países, entre os quais Cuba, que por mais de 50 anos jaz na mais negra miséria. Dessa mesma pobre Cuba, da qual o atual governo brasileiro pretende “importar” seis mil médicos, cuja atuação em nosso território causará a pior das epidemias: a disseminação do vírus das ideias comunistas.

Contrariamente à doutrina da Teologia da Libertação, no primeiro capítulo da obra Nobreza e elites tradicionais análogas (1993), Plinio Corrêa de Oliveira escreve: “Na nossa época, na qual tão necessária se tornou a opção preferencial pelos pobres, também se faz indispensável uma opção preferencial pelos nobres, desde que incluídas nesta expressão também outras elites tradicionais expostas ao risco de desaparecimento e dignas de apoio”. [ao lado capa da obra]

A autêntica doutrina católica sempre ensinou a legitimidade da desigualdade entre as classes sociais e a harmonia que deve reinar entre elas, assim como, invariavelmente, condenou a luta de classes. É o que destaca o trecho a seguir, extraído das primeiras páginas de Nobreza e elites tradicionais análogas, explicando o que é propriamente a “opção preferencial”:

“A opção preferencial pelos nobres e a opção preferencial pelos pobres não se excluem, e menos ainda se combatem, segundo ensina João Paulo II: ‘Sim, a Igreja faz sua a opção preferencial pelos pobres. Uma opção preferencial, note-se, não, portanto, uma opção exclusiva ou excludente, porque a mensagem da salvação é destinada a todos’. 

“Essas diversas opções são modos de manifestação do senso da justiça ou da caridade cristã, que só podem irmanar-se no serviço do mesmo Senhor, Jesus Cristo, que foi o modelo dos nobres e modelo dos pobres, segundo nos ensinam com insistência os Romanos Pontífices”. 

Compreendemos, com esse esclarecimento, o quanto equivocado e doutrinariamente falso é o conceito de luta de classes reivindicada pelo marxismo e pregada pela “esquerda católica”, pois a “opção preferencial” não é exclusivista.

Compreendemos também que os intelectuais miserabilistas da “teologia da libertação” não atuam em prol do povo autêntico, nem o entendeu, pois as camadas populares desejam viver em harmonia com as diversas classes sociais e não num clima de “luta de classe”.

Entendeu com sutileza esse tema o carnavalesco Joãozinho Trinta quando, em 1978, afirmou “O povo gosta de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual”. É por isso que, se de um lado observa-se a flagrante imoralidade carnavalesca, nota-se também, no carnaval, fantasias de príncipes, princesas, reis e rainhas, com seus coloridos mantos e coroas douradas.