Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
São Paulo, terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um Santo Natal a todos!!!

Autor: Edson   |   11:00   Seja o primeiro a comentar

São Paulo, segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ainda sobre a “Lei da Mordaça” a ser aplicada aos defensores da Família

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:08   1 comentário

No caso da anunciada votação do PLC 122/2006, para o dia 20 p.p., obtivemos vitória numa batalha, mas não na guerra contra este projeto absurdamente anti-família. A guerra continua, pois ainda não arquivaram tal PLC — a “Lei da Mordaça". Ele apenas foi retirado de pauta no dia marcado para sua votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). 
Portanto não podemos nos calar e precisamos estar bem atentos a possíveis manobras regimentais, nas quais os parlamentares, manipulados pelo lobby homossexual, são mestres. Se não vigiarmos, na calada da noite, eles acabam aprovando o nefando PLC.

Tudo leva a crer que a “retirada da pauta” do PLC 122 foi devido às reações, como os telefonemas e e-mails de protestos ao Senado e diversas outras manifestações. Mas como o perigo não foi afastado, continuemos pressionando os parlamentares. No final deste post assista um vídeo sobre a questão. 

A respeito do problema da criminalização do que muito equivocadamente chamam “homofobia”, click em “Lei da Homofobia”, no SUMÁRIO que se encontra abaixo na coluna da direita. Ver-se-á que, no fundo, o que se pretende é criminalizar os defensores da família, destruir esta instituição, abolir a liberdade de expressão e liberdade religiosa — proibir qualquer manifestação contra as práticas homossexuais severamente condenadas por Deus. 

Transcrevo a seguir a CARTA ABERTA, assinada Adolpho Lindenberg, que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira encaminhou a todos os senadores: 
“Em 21 de maio p.p., o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira protocolou, na presidência desta Casa, a entrega de 3.449.376 de e-mails enviados aos Senadores por brasileiros de todas as latitudes, pedindo a rejeição total do PLC 122 (volume XL). Diante da iminência da votação do substitutivo do Sen. Paulo Paim na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o mesmo Instituto dirige-se respeitosamente a seus membros, em Carta Aberta, reiterando o pedido de arquivamento total do projeto. 



Brasília, 20 de novembro de 2013

Carta Aberta aos membros da Comissão de Direitos Humanos do Senado

Rejeitem a chamada “lei da homofobia” 

Excelentíssimos Senhores Senadores, 

De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19-11-13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”. 

Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos. 

De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”. 

Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“. 

Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011). 

Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.” 

E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”? 

Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito […] de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”

O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso. 

Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.

Entretanto, há mais: 

Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades. 

Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia! 

E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim? 

Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações. 

De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira. 
*   *   *
Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e uma crise de consciência sem precedentes na história da Nação.  
Adolpho Lindenberg
Presidente


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São Paulo, terça-feira, 5 de novembro de 2013

O Gigante brasileiro e os liliputianos petistas

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   10:32   1 comentário


Quando o MPL saiu às ruas em junho para protestar contra o aumento de 20 centavos das passagens de ônibus, um grande inesperado aconteceu. Uma gama imensa de brasileiros se incorporou espontaneamente aos protestos pelos motivos concretos mais variados, mas no fundo por um descontentamento gigantesco com relação à situação, ou seja, ao governo petista do País.

“O Gigante acordou”, foi a imagem adotada para expressar as proporções da reação. As autoridades e a mídia foram pegas de surpresa e não conseguiram disfarçar sua perplexidade pelo fato de um número tão grande de brasileiros terem saído das respectivas “tocas” para se manifestar contra a situação do País.

O caráter centro direita do Gigante recusou o MPL e outros organismos e partidos de esquerda os quais foram banidos da liderança nas manifestações. Conforme noticiou a mídia, líderes do MPL resolveram deixar as marchas por causa do “conteúdo direitista” das mesmas. Logo, pressionados pelo PT e outros esquerdistas radicais, os do MPL voltaram a se posicionar na frente das marchas, e vândalos, saídos como que de dentro da terra, procuraram subverter a real intenção do Gigante.

Tal atitude fez o Gigante sair de cena e se eclipsar. Desde então principalmente o PT vem tentando encontrar uma fórmula para atrair novamente às ruas o Gigante esperando montar no seu cangote - quanto ele lucraria com isso - mas, até hoje o Gigante não voltou a se mover.

Na fase atual, a esquerda apelou aos black blocs, grupelho de anarquistas comunistas violentos incrivelmente impunes, para praticarem a baderna que bem entenderem. Com que intenção? Amedrontar, indignar ou atrair a opinião pública?

Simultaneamente, apesar de toda antipatia da opinião pública para com esses vândalos, autoridades os vão considerando como um movimento social autêntico, chamando-os para dialogar, fazendo-os subir de importância dando-lhes uma consideração parecida com a que o presidente Manuel Santos, da Colômbia, tributa às FARC.

O último ingrediente desse quadro é a desmoralização da polícia. Outrora tida como defensora da ordem pública, benemérita no combate aos bandidos etc., vai sendo transformada de “mocinho” em “bandido”, ao mesmo tempo que um empenho indisfarçável visa fazer dos vândalos, os novos “mocinhos”.

Papel fundamental nessa impostura tem certa mídia esquerdista que participa de tudo fazendo sempre um jogo a favor dos novos “mocinhos” contra os novos “bandidos”. O petismo continua avançando, impondo aumento de contribuições, captando mais dinheiro com impostos, perseguindo a classe média e abusando do direito de propriedade. Julga que o Gigante se aposentou.

Mas essas medidas, e outras, poderão enfurecer novamente o Gigante. E aí, com que consequências? Está provado que quando o Gigante se levanta todo o esquerdismo petista vira um punhado de “lilliputianos”. E esteja como estiver, o Gigante está aí misterioso.

São Paulo, domingo, 13 de outubro de 2013

Concórdia social, sim; luta de classes, não!

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:58   6 comentários

A igreja não exclui ninguém, fazendo a opção por todas classes sociais, nobres ou pobres, como é representado neste quadro “Saindo da Igreja”, do pintor espanhol Raimundo de Madrazo y Garreta(1841-1920). No quadro notam-se pessoas de diversas classes sociais, desde a pobre mulher cega, pedindo esmola sentada junto à porta, até ricas senhoras elegantemente vestidas.

Harmonia entre opção preferencial pelos pobres e opção preferencial por todas as elites 


Movimentos comprometidos com a “esquerda católica”, especialmente os simpáticos à Teologia da Libertação, tentam “exumar” velhos sofismas para interpretar equivocadamente o conceito de “opção preferencial pelos pobres”.

A esse propósito, cabe lembrar que, a pretexto da luta pela proteção dos pobres, o comunismo subjugou diversos países, entre os quais Cuba, que por mais de 50 anos jaz na mais negra miséria. Dessa mesma pobre Cuba, da qual o atual governo brasileiro pretende “importar” seis mil médicos, cuja atuação em nosso território causará a pior das epidemias: a disseminação do vírus das ideias comunistas.

Contrariamente à doutrina da Teologia da Libertação, no primeiro capítulo da obra Nobreza e elites tradicionais análogas (1993), Plinio Corrêa de Oliveira escreve: “Na nossa época, na qual tão necessária se tornou a opção preferencial pelos pobres, também se faz indispensável uma opção preferencial pelos nobres, desde que incluídas nesta expressão também outras elites tradicionais expostas ao risco de desaparecimento e dignas de apoio”. [ao lado capa da obra]

A autêntica doutrina católica sempre ensinou a legitimidade da desigualdade entre as classes sociais e a harmonia que deve reinar entre elas, assim como, invariavelmente, condenou a luta de classes. É o que destaca o trecho a seguir, extraído das primeiras páginas de Nobreza e elites tradicionais análogas, explicando o que é propriamente a “opção preferencial”:

“A opção preferencial pelos nobres e a opção preferencial pelos pobres não se excluem, e menos ainda se combatem, segundo ensina João Paulo II: ‘Sim, a Igreja faz sua a opção preferencial pelos pobres. Uma opção preferencial, note-se, não, portanto, uma opção exclusiva ou excludente, porque a mensagem da salvação é destinada a todos’. 

“Essas diversas opções são modos de manifestação do senso da justiça ou da caridade cristã, que só podem irmanar-se no serviço do mesmo Senhor, Jesus Cristo, que foi o modelo dos nobres e modelo dos pobres, segundo nos ensinam com insistência os Romanos Pontífices”. 

Compreendemos, com esse esclarecimento, o quanto equivocado e doutrinariamente falso é o conceito de luta de classes reivindicada pelo marxismo e pregada pela “esquerda católica”, pois a “opção preferencial” não é exclusivista.

Compreendemos também que os intelectuais miserabilistas da “teologia da libertação” não atuam em prol do povo autêntico, nem o entendeu, pois as camadas populares desejam viver em harmonia com as diversas classes sociais e não num clima de “luta de classe”.

Entendeu com sutileza esse tema o carnavalesco Joãozinho Trinta quando, em 1978, afirmou “O povo gosta de luxo. Quem gosta de miséria é intelectual”. É por isso que, se de um lado observa-se a flagrante imoralidade carnavalesca, nota-se também, no carnaval, fantasias de príncipes, princesas, reis e rainhas, com seus coloridos mantos e coroas douradas.

São Paulo, terça-feira, 8 de outubro de 2013

Fotos da 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil Sem Aborto, no Rio de Janeiro

Autor: Edson   |   11:15   1 comentário

1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto, no Rio de Janeiro, ocorreu no dia 5 p.p., contando com aproximadamente 2 mil participantes. Iniciada na praça em frente à igreja da Candelária, encerrou-se no Largo da Carioca. Ocasião em que personalidades civis e religiosas, como Dom Orani Tempesta, incentivaram os presentes à luta contra a legalização do aborto no Brasil.

Autor deste post com a deputada Myrian Rios e Marcio Coutinho,
representante do IPCO no Rio de Janeiro.
Com seus estandartes e sua fanfarra, oInstituto Plinio Corrêa de Oliveiraparticipou da manifestação anti-aborto portando num andor uma bela imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os cooperadores do Instituto levaram também um grande faixa com os dizeres: “A força dos maus está na fraqueza dos bons” — Lutar contra o aborto sem hesitação: Eis a chave da Vitória!

O evento teve como objetivo fazer na capital fluminense uma manifestação contra o aborto, em defesa do nascituro — agora especialmente ameaçado pela recente aprovação, pelo governo Dilma Rousseff, de uma lei que favorece ainda mais prática abortiva.





















São Paulo, sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Urgente: Proteste contra apresentação teatral blasfema, gnóstica e satânica de Romeo Castellucci em Porto Alegre

Autor: Edson   |   10:34   2 comentários

"O anjo da arte é Lúcifer" (Castellucci)
Lúcifer se revestiu com "a pele da Serpente e usou a linguagem da Serpente [para tentar Adão e Eva]. Dando assim origem à arte. A arte encontra neste núcleo originário sua relação privilegiada com o mal". (Castellucci)

Proteste

romeo_castellucci_2_0-1Em Porto Alegre, hoje (19), amanhã (20) e sábado (21), no teatro São Pedro, será representada a blasfema peça teatral do italiano Romeo Castellucci intitulada "Sobre o Conceito da Face no Filho de Deus". Leia abaixo mais detalhes e depois envie uma mensagem de protesto usando o "Fale Conosco" do site oficial do teatro,  escolha opção AATSP (Associação dos Amigos do Teatro São Pedro, que promove e apóia as atividades da instituição), no campo "área responsável".

Opinião do Jornal La Croix em defesa de Castellucci

No mês de julho de 2011, o jornal La Croix, da esquerda-católica, afirmou que "o show nos traz de volta a nossa condição de homens feitos de carne e de matéria, como foi Cristo na Cruz". "Como um espelho obscuro, o espetáculo remete à consciência todas as suas limitações, sua fragilidade, sua finitude infinita. A seus medos e suas experiências mais íntimas, suas crenças, sua fé no homem. Em Deus". E no fato das crianças jogarem objetos no rosto de Cristo, La Croix vê um "gesto não de blasfêmia, mas de inocência" (1) (veja o vídeo).

Mas qual é o enredo da peça?

Diante de uma enorme fotografia da face de Jesus Cristo, estampada em uma tela, um idoso nu é vítima de vários ataques de disenteria que exigem de seu filho o trabalho de limpá-lo regularmente. O diretor Romeo Castellucci não poupa nada ao público, nem mesmo o cheiro ...
O pai pede perdão ao filho que continua seu trabalho. Mas a situação vai ficando cada vez mais difícil. O velho então grita e se revolta. O filho beija a imagem do Cristo. Ambos se retiram do palco. Até que por detrás daquela imagem de Cristo, as sombras de um homens a cobrem com um véu negro. Excrementos fecais são despejados na tela e no palco. O rosto de Cristo vai se escurecendo até ser rasgado e aparecem os dizeres: “Você (não) é meu pastor”.

Na versão apresentada no festival de Avignon, crianças aparecem em cena jogando granadas no retrato de Cristo ... (veja o vídeo)

Envie uma mensagem de protesto usando o "Fale Conosco" do site oficial do teatro
OBS:  No formulário do "Fale Conosco", escolha opção de enviar a mensagem
para a sigla AATSP (Associação dos Amigos do Teatro São Pedro,
que promove e apóia as atividades da instituição), no campo "área responsável".


Romeo Castellucci

Romeo Castellucci: simples expressão artística ou representação de uma cosmovisão gnóstica?

Castellucci concedeu uma entrevista para a revista australiana Arts RealTime (No. 52 Dezembro-Janeiro de 2002) por ocasião da apresentação de sua peça Genesi no Festival de Melbourne (2).

Primeiro, veja como Arts RealTime descreve a obra Genesi:

"Genesi é a história de Deus criando amorosamente o Universo. Em seguida o homem comete o Pecado Original e é expulso do Jardim do Éden. Tudo isso é bem conhecido. Menos familiar, no entanto, é a versão mística judaico-cristã que se encontra no Gnosticismo, na Cabala e na Rosacruz. E é esta a versão que Castellucci representa por meio de sons e outros recursos espetaculares. Castellucci se serve das mesmas tradições que têm servido de inspiração para artistas tais como Baudelaire, Antonin Artaud, Peter Brook [...]

"Nesta versão mais negra do Gênesis, o ato de criação não é aquele de amor, mas trata-se de um terrível erro. (...) O ato da criação é, então, uma transgressão violenta contra as leis do universo e, portanto, toda a criação contém dentro de si o caos (...). Não é o amor que reina neste universo, mas a crueldade. Não foi o homem que pecou, ​​mas Deus. Toda a arte, o teatro e a história constituem, portanto, um conto deste ato inicial de violência primordial "

Agora, trechos da entrevista.

Antonin Artaud, louco, inventor
do "Teatro da Crueldade" e mestre
de Romeo Castellucci

- Você disse: "o Genesis me assusta mais do que o Apocalipse", porque representa o "terror de uma possibilidade sem fim". Isto parece ter sido inspirado muito nos escritos de Antonin Artaud e de Blau Herbert, nas doutrinas cabalistas e gnósticas pelas quais Artaud mesmo era influenciado. Você concorda com essas ideias geralmente associada a esta cosmologia? Por exemplo, Artaud afirmava que um caos terrível existia antes da criação e que se manteve sempre presente, latente ou imanente, dentro de cada existência diária. Ele alegou que este "caos" é a 'dupla linguagem' do teatro. O fim mais elevado e a virtude mais eminente do teatro são, então, o poder representar - ou pelo menos chegar perto de representar - o caos através de uma representação viva?

Castellucci: (...) O teatro não é algo para ser "reconhecido". Não deve ser isso, mas sim um caminho através do desconhecido, para o desconhecido. O que eu e outros com uma concepção semelhante têm tentado fazer ao longo dos anos tem sido a de levar alto o escândalo da cena e de mantê-las sempre vibrantes. (...)

A este respeito, eu acho que o pensamento de Antonin Artaud é de fundamental importância para a compreensão plena da forma ocidental. Ele coloca o problema da forma em um banho de violência que desperta, que mantém um teatro real. Este é o lugar onde a forma se torna espírito. Estamos falando, de fato, sobre a alquimia da transformação, da transmigração de uma forma em outra. (...)

- Você concorda que todos os atos criativos são um ato de violência, ou pelo menos uma violação do tabu contra a criação? Tenho em mente seu comentário que Lúcifer, o anjo decaído, é o primeiro artista com quem a humanidade pode se identificar.

Castelucci: (...) Ao longo da história da humanidade, Lúcifer sempre se fez ver através da disfarces e fantasias, adotando as palavras de outra pessoa. Ele também fez isso no Início, se revestindo da pele da Serpente e usando linguagem da Serpente. (...) Ele é realmente o primeiro a trabalhar na superabundância da linguagem, para explorar o teatro como uma energia, dando assim origem à arte. A arte encontra neste núcleo originário sua relação privilegiada com o mal. O mal é, aliás, o aspecto extremo da liberdade que Deus concedeu a todos os seres. Lúcifer vive no estado de sua condenação que é precisamente de viver na região do não-ser. Para retornar ao estado de ser, Lúcifer foi forçado a assumir a aparência de outra pessoa, a voz de outra pessoa. Arte torna-se necessária quando não se está mais no Paraíso.

(...) Porque o Anjo da arte é Lúcifer. Este é o primeiro Ser que assume o figurino e roupas de um outro ser. (...) Ele vem da região de não-ser. A única possibilidade para ele voltar para a área do Ser é fazê-lo na voz, no corpo e no nome de outro, e isso é teatro. Esta zona de não-ser é a condição genital de cada criação, ele permite esta necessária destruição que afasta e evita todas as superstições.
Envie uma mensagem de protesto usando o "Fale Conosco" do site oficial do teatro
OBS:  No formulário do "Fale Conosco", escolha opção de enviar a mensagem
para a sigla AATSP (Associação dos Amigos do Teatro São Pedro,
que promove e apóia as atividades da instituição), no campo "área responsável".

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Fontes:
1 - La Croix, 22/7/2011
2 - Avenire de la Culture, 5/11/2011

São Paulo, quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Escândalo: Dinheiro público para se obter a descriminalização do aborto no Brasil

Autor: Paulo Roberto Campos   |   21:21   Seja o primeiro a comentar




Tendo como tema “ESTRATÉGIAS PARA A DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL: Projeto de alteração do Código Penal e experiências de legislação em outros países”, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, programou para o dia 26 de setembro audiência a fim de “ouvir a opinião pública”... [click na foto acima] Entretanto, a parceria com o “Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher” — movimento feminista declaradamente favorável ao aborto — leva a crer que as cartas estão marcadas. Só ouvirão uma opinião: a opinião favorável ao “Direito” da mulher eliminar o bebê no ventre materno. Apenas pretendem dar voz e vez ao"lobby pró-aborto".

O pretexto para tal programação, “ouvir a opinião pública”, é uma mera artimanha, pois só querem ouvir uma parte: a turma do aborto! Só convidam para falar um lado: a mesma turma e pessoas que desejam mostrar os métodos as manobras utilizadas em outras nações para convencer enganar a opinião pública e obter, assim, a legalização do aborto — a legalização do crime!

No vídeo a seguir, o Cel. Paes de Lira faz a denuncia: a promoção do aborto com o dinheiro público do contribuinte paulista — mesmo daqueles que são contrários a esse crime infame! A Defensoria Pública do Estado de SP servindo-se de instrumento da "Revolução Cultural", desagregadora da família.

Recomendo aos Amigos ampla propagação da denúncia contida nesse vídeo.



São Paulo, terça-feira, 3 de setembro de 2013

Pedido de ajuda contra facciosa reportagem da Isto É

Autor: Edson   |   09:55   2 comentários

Recebemos a mensagem abaixo de um de nossos leitores e a transcrevemos na íntegra.

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Prezadíssimos irmãos em Cristo leitores,

Sou leitor assíduo deste blog e venho, humildemente, pedir a vossa ajuda. Sou o responsável e administrador pelo blog “Fiel Católico”, (antigo ‘Voz da Igreja’). Sou estudante de Teologia e redator/editor de uma modesta revista católica.

Recentemente, um repórter da revista “Isto É”, chamado João Loes, contatou-me por telefone, pedindo opiniões sobre o Papa Francisco. Insistia ele em saber o que os conservadores acham do Papa. Passei algumas informações bastante superficiais, deixando claro que reconheço a autoridade do Papa e a ele me submeto. A matéria saiu um tanto quanto distorcida, classificando-me como um suposto “ultraconservador” que está contra o Papa…

Na página virtual da referida revista, multiplicam-se os comentários de pessoas que nada compreendem das coisas da fé, com grandes bobagens ditas como se fossem verdades eternas. Como não vi nenhum católico de fato por lá, pensei em equilibrar um pouco as coisas, convocando os que quiserem a compartilharem suas opiniões.

Agradeço imensamente a oportunidade. Segue o endereço:

http://www.istoe.com.br/reportagens/paginar/321918_OS+ULTRACONSERVADORES+CONTRA+O+PAPA+FRANCISCO/5

A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos

Henrique Sebastião

São Paulo, quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Em passeata homossexual, participante se veste de Papa e distribui preservativos

Autor: Edson   |   21:16   3 comentários

Conforme o site Cidade Verde, um participante da “Parada da Diversidade”, realizada no último domingo (25) em Teresina (PI), se fantasiou de papa (foto ao lado) e distribuiu preservativos, mas, segundo ele, a “intenção não é fazer uma crítica à Igreja Católica, mas homenagear o Papa Francisco, pois, ele se mostrou mais acessível aos homossexuais durante sua visita ao Brasil”.

“O Papa mostrou que está mais flexível com relação a essa bandeira. Este é o começo da discussão por parte da Igreja”, disse ele, interpretando a seu modo a entrevista na qual Francisco I declarou que “se uma pessoa é homossexual, busca Deus e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?”.

A mídia a explorou largamente as palavras do Papa, gerando perplexidade em muitos católicos. Agora, saem abusos como este relatado aqui, no qual a imagem do Papa é utilizada de modo pelo menos irreverente para incentivar o pecado e não o arrependimento.